Documento
Metadados
ID no DONATO
5089
Observações
– outros números: 890 B (?).
– destaque do acervo.
– Na catalogação de 2025 não foi possível acessar o verso e medir a tela, obra fixada na parede da sala de exposição.
Notas sobre a bibliografia
p. 205 — História da pintura brasileira no século XIX | p. 105, cat. nº 1063 — Catálogo geral da pintura brasileira | p. 104 — Giovanni Battista Castagneto (1851-1900): o pintor do mar | p. 46, 65 — O Grupo Grimm: paisagismo brasileiro no século XIX | p. 50 reprod., 72, 92, 153, 180 — Antônio Parreiras (1860-1937): pintor de paisagem, gênero e história | p. 36, 238, 239, 243, 254 — História de um pintor contada por ele mesmo | p. 82, 83 reprod./ — Museu Nacional de Belas Artes
Referências bibliográficas
Referência
– FRANCISCO, Nanib. João Batista da Costa 1865-1926. Rio de Janeiro, Pinakotheke, 1984, p. 110./
Referência
História da pintura brasileira no século XIX
Referência
Catálogo geral da pintura brasileira
Referência
Giovanni Battista Castagneto (1851-1900): o pintor do mar
Referência
O Grupo Grimm: paisagismo brasileiro no século XIX
Referência
Antônio Parreiras (1860-1937): pintor de paisagem, gênero e história
Referência
História de um pintor contada por ele mesmo
Referência
Museu Nacional de Belas Artes
Referência
Antonio Parreiras: a floresta como ateliê – pintura direto da natureza. Oitocentos – Tomo IV: O Ateliê do Artista. Edição / Arthur Valle, Camila Dazzi, Isabel Sanson Portella, Rosangela de Jesus Silva (organizadores)
Histórico de exposições
Título
Galeria de Arte Brasileira do Século XIX (circuito de longa duração)
Histórico de movimentações
Movimentação 602 (tipo LI); saída 2004-07-12; retorno 2004-07-13; retorno previsto 2004-07-13; destino Galeira Nacional do Século XIX; finalidade: Produção de gravação de Comercial Mundial da Sharp
|Movimentação 1002 (tipo EI); saída 1991-11-15; retorno previsto 2020-12-28; origem Galeria de Arte Brasileira do Século XIX; destino Galeria de Arte Brasileira do Século XIX
Histórico de restauros
Restauro 2377 (sequência 1); interno; tipo 2; entrada 1969-11-22 00:00:00; início 1969-11-22 00:00:00; técnico Edson Motta; Trabalho realizado por Edson Motta, folha nº 6 do livro
”Relatório Técnico, 1967 a 1970″, com ficha nº 60. Em 1977, recebeu um novo número de entrada: a saber, 1739.
A data colocada na entrada e início dos trabalhos não é real, mas aproximada. O Programa Donato não permite que se faça uma ficha sem esta informação registrada.
Restauro 3699 (sequência 2); interno; tipo 2; entrada 1989-06-19 00:00:00; início 1989-06-19 00:00:00; saída 1989-12-20 00:00:00; técnico Norma Maria Marques
Restaurado?
Data da última avaliação
2014-12-02
Estado de Conservação
Localização
Destaque do acervo
Status no DONATO
P
Situação no DONATO
Disponível
Situação
Ex-proprietários
– Escola Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro, RJ, 15/05/1917-1937, transferida ao Museu Nacional de Belas Artes.
– Palácio do Governo da Presidência da República, Rio de Janeiro, RJ, ? -15/05/1917, remetida à Escola Nacional de Belas Artes.
Fonte de aquisição
Escola Nacional de Belas Artes
Data de aquisição
1937
Forma de aquisição
Moldura
Moldura 1041; externa alt. 335.00 × larg. 533.00 × prof. 20.00 cm
Largura (cm)
473.00
Altura (cm)
275.00
Descrição formal
Pintura na horizontal representando paisagem de floresta. Ao centro, caminho de terra com folhas, flores, pedras e galhos. À esquerda, encosta com árvores acima. À direita, vegetação densa de floresta escura que segue até o fundo, com leve iluminação ao centro que destaca dezenas de borboletas em voo.
Datação na obra
cie
Transcrição da assinatura
A. Parreiras 1896
Assinatura
cie
Subtema
Paisagem natural; Vegetação; Floresta
Tema
Data de produção
1896
Material/técnica
óleo sobre tela
Autor
Nome (catálogo)
PARREIRAS, Antônio Diogo da Silva
Denominação
Parte única
Coleção
Número de inventário
2443
Número de registro
662
Descrição do conteúdo
“Parreiras sintetizou em Sertanejas tudo o que havia observado na floresta, todos os tons da selva, assim como sua luz. Mas, principalmente, o que sobressai e impressiona a todos que observam o quadro, é o tom de verde empregado. A textura da obra pode ser sentida no empastamento das tintas, nas cores vibrantes, nas luzes e sombras que fazem com que galhos e troncos de árvores se projetem, extrapolem os limites da tela. Executado num momento de transição, quando o Brasil passava de Império para República, este quadro representa o gosto revolucionário da época. Foram anos de trabalho, de observação in loco nas florestas, sintetizados e registrados em centenas de esboços e desenhos, que resultaram numa obra viva, retirada do seio da imensa floresta tropical. O quadro é tão absolutamente verdadeiro que se pode perceber a liberdade das borboletas sobrevoando um caminho iluminado. (…) Sertanejas foi, sem dúvida, a obra-prima de Parreiras (…)”.
Ref.: PORTELLA, Isabel Sanson. Antonio Parreiras: a floresta como ateliê – pintura direto da natureza. Oitocentos – Tomo IV: O Ateliê do Artista. Edição / Arthur Valle, Camila Dazzi, Isabel Sanson Portella, Rosangela de Jesus Silva (organizadores). – Rio de Janeiro: CEFET/RJ, 2017. Il. Disponível em: <.” target=”_blank”>http://dezenovevinte.net/800/tomo4/index_arquivos/800_IV_isp.pdf>.
Título
Sertanejas