Documento
Metadados
ID no DONATO
2724
Observações
– Assinatura “Z. Salgado”, localizada na lateral direita.
Referências bibliográficas
Referência
Escultoras e Bienais: A Construção do Reconhecimento Artístico no Pós-Guerra
Referência
Exposição Zélia Salgado
Histórico de exposições
Título
Salão de Arte Moderna
Estado de Conservação
Trainel/gaveta
54-5
Destaque do acervo
Status no DONATO
P
Situação no DONATO
Disponível
Situação
Ex-proprietários
– Zélia Ferreira Salgado, Rio de Janeiro, RJ, ?-1957, vendida ao Museu Nacional de Belas Artes.
Fonte de aquisição
Zélia Ferreira Salgado
Data de aquisição
1957
Forma de aquisição
Formato
I
Profundidade (cm)
19.50
Largura (cm)
18.30
Altura (cm)
54.50
Descrição formal
Escultura de pedra sabão representando figura feminina estilizada sob base quadrangular. A mulher está de pé, em posição frontal. Seu corpo é retratado com desproporcionalidade de tamanho. Face lisa, composta por uma cabeça de pequena proporção. Seus braços estão estendidos para baixo, rente ao dorso com o joelho esquerdo flexionado mais a frente. Seu corpo está terminado em formato de vestido de cauda longa.
Outras inscrições
– “Zelia Salgado / Serenidade / Ao (ilegível) / 1956” – base, à grafite, verso.
Transcrição da assinatura
Z. Salgado
Assinatura
Sim
Subtema
Figura feminina; Mulher, Serenidade, Placidez
Material/técnica
pedra sabão
Autor
Nome (catálogo)
SALGADO, Zélia Ferreira
Denominação
estatueta
Objeto
estatueta
Coleção
Número de registro
2696
Descrição do conteúdo
“Ao longo das décadas de 1950 e 1960, o processo de diversificação da produção escultórica se acentuou; muitos artistas começaram a encaminhar suas experimentações plásticas em direção à abstração. Walter Zanini compreende o campo escultórico brasileiro dessa época dividido em três vertentes: a abstração lírica, ou expressionista; o concreto e o neoconcreto; e a “perseverança da figuração”. No primeiro grupo, o autor inclui artistas como Zélia Salgado (…) a produção de Zélia Salgado pode ser facilmente incorporada a uma narrativa da escultura construtiva brasileira ou até mesmo neoconcretista. (…) a opção da artista e da crítica por lançar luzes aos trabalhos com pedra, e não as obras espaciais de aço inoxidável e alumínio, acaba dissociando Zélia Salgado das correntes construtivistas, que, dada a legitimidade que gozavam no contexto brasileiro, poderiam ter auxiliado a artista a obter maior projeção.”
Ref.: CERCHIARO, Marina. Escultoras e Bienais: A Construção do Reconhecimento Artístico no Pós-Guerra. Universidade de São Paulo. Programa de Pós-Graduação Interunidades em Estética e História da Arte. São Paulo, 2020. Disponível em: <.” target=”_blank”>https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/93/93131/tde-17062021-114037/publico/2020_MarinaMazzeCerchiaro_VCorr.pdf>.
Título
“Serenidade”