Documento
Metadados
ID no DONATO
9094
Observações
– Outro número: GB 96.
– Gravura idêntica com as de números de registros 3181, 3182 e 11275.
– Carimbo redondo em preto, da Biblioteca Nacional no verso no canto inferior direito.
– Título gravado embaixo no centro.
– Inscrição a lápis, no verso, embaixo no centro: “Permuta com a Biblioteca Nacional 1/20”.
– Presença de fungo no suporte e imagem
Data da última avaliação
1994-08-02
Estado de Conservação
Trainel/gaveta
11-4-1
Localização
Destaque do acervo
Status no DONATO
P
Situação no DONATO
Disponível
Situação
Ex-proprietários
– Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro, RJ, ?-1962, permuta com o Museu Nacional de Belas Artes.
Fonte de aquisição
Biblioteca Nacional
Data de aquisição
09/10/1962
Forma de aquisição
Dimensões das partes
área impressa alt. 20.00 × larg. 14.00 (cm)
Área impressa
alt. 20.00 × larg. 14.00
Largura (cm)
23.80
Altura (cm)
32.70
Descrição formal
Retrato (busto) masculino, posição 3/4, voltado para a esquerda. Usa bigode e está de pince-nez. Veste camisa de colarinho alto, gravata com pérola no nó e paletó. Impressão em preto.
Transcrição da assinatura
M. Brocos
Assinatura
ebe
Subtema
INDIVIDUAL [IDENTIFICADO], homem
Tema
Data de produção
1901 – 1910 (?)
Material/técnica
água-tinta, água-forte, buril e roulette
Autor
Nome (catálogo)
BROCOS Y GOMEZ, Modesto
Denominação
Parte única
Coleção
Número de inventário
5339
Número de registro
3182
Descrição do conteúdo
Pompéia (Raul d’Ávila), romancista brasileiro (Jacuecanga, Angra dos Reis, RJ 1863 – Rio de Janeiro, RJ 1895), formou-se em letras pelo colégio Pedro II (1880) e em ciências sociais e jurídicas pela Faculdade de Direito do Recife (1886). Professor de mitologia da Escola de Belas Artes; diretor da repartição de estatística do Rio de Janeiro; direotr do Diário Oficial da União e da Biblioteca Nacional. Trabalhou ao lado de Luís da Gama e José do Patrocínio na campanha da abolição, da causa republicana. Como jornalista, colaborou na imprensa de São Paulo e do Rio de Janeiro, onde dirigiu a revista Rua e foi correspondente do Diário de Minas. Aos dezessete anos publicou o seu primeiro romance, Uma tragédia no Amazonas (1880), e em 1883 surge na Gazeta de Notícias, em folhetim, As jóias da coroa. No mesmo ano começa a escrever, noJornal do Comércio, poemas em prosa sob o título de Canções sem metro, mostrando a inequívoca influência de Boudelaire. Nos anos de 1887 e 1888, Pompéia inicia a publicação de O ateneu na Gazeta de Notícias. O ateneu, crônica de saudade, são memórias sobre o tempo passado num internato, em convívio com seus colegas, onde são expostos nos seus aspectos externos e analisados nas suas motivações psocológicas. Para tal tipo de romance, a linguagem de Pompéia se faz de fina matização a um tempo vocabular e estilística, assegurando-lhe lugar de relevo na literatura brasileira. Deixou inacabado o romance Agonia. É o patrono da cadeira nº 33 da Academia Brasileira de Letras. Pompéia suicidou-se.
Título
“[Retrato do] Dr. Raul d’Avila Pompéia”