Documento
Metadados
ID no DONATO
658
Observações
– Outros números: GB 233
– Presença de fungo no suporte
– Número de restauro 678
– Título anteiror: Espera. Novo título atribuído a partir de consulta ao livro RAIMUNDO CELA, página 72.
– Data anterior: 1930/1950. Nova data atribuída a partir de consulta ao livro RAIMUNDO CELA, página 72.
Notas sobre a bibliografia
cat. nº 31, reprod — Exposição Raimundo Cela (1890-1954): pinturas e gravuras
Referências bibliográficas
Referência
Exposição Raimundo Cela (1890-1954): pinturas e gravuras
Referência
Arte e Geografia: a análise da paisagem litorânea em Raimundo Cela.
Referência
Anatomia das formas: o estudo da cabeça como ponto de partida para construção visual dos trabalhadores litorâneos na pintura de Raymundo Cela. In: MALTA, Marize; PEREIRA, Sonia Gomes; CAVALCANTI, Ana (org.). Ver para Crer: visão, técnica e interpretação na Academia.
Referência
Cela o pintor do Nordeste. Catálogo da Exposição Póstuma Raimundo Cela, 1956. In: Raimundo Cela (1890-1954)
Histórico de exposições
Título
Raimundo Cela 1890-1954
Título
Raimundo Cela- Um Mestre Brasileiro
Histórico de movimentações
Movimentação 632 (tipo LE); saída 2004-09-10; retorno 2004-12-17; retorno previsto 2004-12-17; destino Espaço Cultural da UNIFOR, Fortaleza, CE; finalidade: Exposição Raimundo Cela
|Movimentação 927 (tipo EI); saída 2016-09-23; retorno 2016-11-28; retorno previsto 2016-11-28; origem Reserva Técnica 1 – Vitor Meireles; destino Sala do Barroco Italiano
Restaurado?
Data da última avaliação
1993-03-10
Estado de Conservação
Trainel/gaveta
11-4-4
Localização
Destaque do acervo
Status no DONATO
P
Situação no DONATO
Disponível
Situação
Ex-proprietários
– Eunice de Medeiros Cela, Niterói, RJ, 1954-1956, venda ao Museu Nacional de Belas Artes. Conjunto de 16 gravuras.
– Raimundo Brandão Cela, Niterói, RJ, ?-1954, legado à Eunice Medeiros Cela pelo espólio do artista.
Fonte de aquisição
Eunice de Medeiros Cela
Data de aquisição
08/1956
Forma de aquisição
Dimensões das partes
área impressa alt. 38.30 × larg. 28.40 (cm)
Área impressa
alt. 38.30 × larg. 28.40
Largura (cm)
42.50
Altura (cm)
52.00
Descrição formal
Gravura na vertical, representando figuras humanas, uma família contendo uma figura feminina, uma figura masculina e uma criança. O casal está de costas ao espectador, sobre um elevado. O homem, ao centro da obra, está de pé, estende o braço esquerdo acima da cabeça segurando um galho de árvore. Ele veste camisa, calça dobrada na altura das panturrilhas e sandálias. Leva seu braço esquerdo para trás de seu corpo, segurando um chapéu com a mão. À sua direita, a mulher está sentada. Esta usa véu sobre a cabeça, um vestido estampado e segura uma criança de colo sobre suas pernas. Nas costas da mulher, ao solo, encontra-se uma gamela com uma garrafa e um tecido atravessado. As figuras estão voltadas para o horizonte onde, ao longe, vê-se um navio, contrastando com o cenário de terra seca em que o casal está inserido. Impressão em preto.
Outras inscrições
– “Rest. 678” – à grafite, vcie.
– “6006.A.A GB 233 / T. 3318” – à grafite, vcid.
Subtema
Nordeste brasileiro; Seca; Êxodo rural; Retirante; Pobreza; Miséria; Família; Figura Feminina; Mulher; Figura Maculina; Homem; Criança
Data de produção
1923 – 1952
Material/técnica
água-forte
Autor
Nome (catálogo)
CELA, Raimundo Brandão
Denominação
Parte única
Coleção
Controle de inventário
A
Número de inventário
6006
Número de registro
3318
Descrição do conteúdo
A obra representa uma família de retirantes, emigrantes do fenômeno natural da seca característica da região do Nordeste Brasileiro.
“A partir do pouco material encontrado inicialmente, fui percebendo a complexidade da trajetória artística de Raimundo Cela, sobretudo em suas ligações com dois objetos de pesquisa da historiografia e historiografia da arte no Brasil: (1) os dilemas da Primeira República, no que se refere à política, sociedade e cultura; e (2) as questões envolvendo os modelos de ensino e prática artística no âmbito da Escola Nacional de Belas Artes (ENBA), o “problema” da arte acadêmica versus a experiência “modernista” ou “moderna” na capital carioca. (…) Em busca de cursar nível superior, desembarcou no Rio de Janeiro. Iniciou os estudos como aluno livre na Escola Nacional de Belas Artes e, em 1911, matriculou-se como aluno regular no curso de Engenharia Civil na Escola Politécnica, a pedido do pai. Também nesse período, Cela atuou profissionalmente como desenhista do Serviço de Proteção aos Índios e Localização de Trabalhadores Nacionais e da Seção de Linhas Telegráficas Estratégicas do Mato Grosso ao Amazonas, ligados à Comissão Rondon.”
Ref.: ARAÚJO, Vera Rozane A. F.. Raimundo Cela: um balanço historiográfico. 19&20, Rio de Janeiro, v. XVI, n. 1, jan.-jun. 2021. Disponível em: <” target=”_blank”>https://www.doi.org/10.52913/19e20.XVI1.03>
Título
Retirantes