Documento
Metadados
ID no DONATO
10609
Observações
– Número de edição no canto inferior esquerdo.
– Datada e assinada no canto inferior direito da área impressa.
Referências bibliográficas
Referência
A Arte de Ciro Fernandes
Referência
Rendas nordestinas: Cultura, identidade e design
Histórico de exposições
Título
Ciro Gravuras
Data da última avaliação
1995-04-18
Estado de Conservação
Trainel/gaveta
5-5-1
Localização
Destaque do acervo
Status no DONATO
P
Situação no DONATO
Disponível
Situação
Ex-proprietários
– Francisco Ciro Fernandes, Rio de Janeiro, RJ, 1978-1995, doação ao Museu Nacional de Belas Artes.
Fonte de aquisição
Francisco Ciro Fernandes
Data de aquisição
20/02/1995
Forma de aquisição
Dimensões das partes
área impressa alt. 25.50 × larg. 33.50 (cm)
Área impressa
alt. 25.50 × larg. 33.50
Largura (cm)
66.20
Altura (cm)
52.20
Descrição formal
Gravura na horizontal representando cena de trabalho. À esquerda, figura feminina está sentada de perfil voltado para o lado direito da obra. Ela usa vestido vermelho, tem cabelo curto preto e pele marrom. Ela estende as duas mãos à frente segurando bilros, peças em forma de peras, ligados por linhas que estão presas por alfinetes em uma almofada de forma oval no lado direito da gravura. Entre a almofada e os alfinetes, uma tira de renda de bilro está trançada. Impressão em tons de marrom, preto e vermelho.
Outras inscrições
– “15/20” – à grafite, cie.
– “T. 14570” – à grafite, cid.
– “27” – etiqueta, à grafite, cid.
Indicação de local na obra
cid
Datação na obra
cid
Transcrição da assinatura
ileg. e tb. Rio 78 Ciro
Assinatura
cid
Subtema
Figura feminina; Mulher; Nordeste brasileiro; Regionalismo; Renda; Rendeira; Trabalho
Número da edição
15/20
Local de produção
Rio de Janeiro, RJ, Brasil
Data de produção
1978
Material/técnica
xilogravura
Autor
Nome (catálogo)
FERNANDES, Francisco Ciro
Denominação
Parte única
Coleção
Número de registro
14570
Descrição do conteúdo
“As rendeiras fazem parte do imaginário popular brasileiro. O ofício transmitido por gerações se fortaleceu na região Nordeste, por ser uma região seca onde a agricultura sempre foi difícil e a única fonte de renda vinha, muitas vezes, da pesca. Com a necessidade de se criar novas fontes de rendimento a prática se transformou em tradição na região e adquiriu uma forte relevância social e econômica. Dominada praticamente por mulheres, as primeiras rendeiras surgiram na região Nordeste devido ao contato com a técnica vinda da Europa. No país, a prática tomou força e se tornou tradição, sendo passada de mães para filhas, sofrendo mudanças e inovações técnicas e estéticas que conferiram às rendas nordestinas valor na cultura nacional e na expressão de identidade.”
Ref.: AVANCINI, Carolina Julião. Rendas nordestinas: Cultura, identidade e design. Universidade de São Paulo. Escola de Comunicações e Artes. Centro de Estudos Latino Americanos Sobre Cultura e Comunicação. São Paulo, 2017. Disponível em: <.” target=”_blank”>https://celacc.eca.usp.br/sites/default/files/tcc/tcc_rendas_revisado_-_celacc_-_carolina_j._sem_sumario_25.04.pdf>.
“Suas origens autenticamente populares jamais o impediram de se alçar a composições extremamente requintadas, onde é difícil saber o que mais admirar, a composição sempre exata, o uso magistral da cor, quando é o caso, a espantosa variedade nos cortes, dois mais sutil, verdadeiramente milimétricos, até os largos e violentos, todos adaptados virtuosisticamente ao que o seu autor busca expressar.”
Ref.: BUENO, Alexei. A Arte de Ciro Fernandes. Academia Brasileira de Letras. Disponível em: <.” target=”_blank”>https://www.academia.org.br/abl/media/CIRO%20FERNANDES%20TEXTO%20definitivo.pdf>.
Título
Rendeira