Documento
Metadados
ID no DONATO
19257
Observações
– comprada pela Funai Loja Artíndia M.I., Rio de Janeiro, por R$ 15,00, aos 23/05/2001, através de Francisco de Assis Chaves Bastos.
Referências bibliográficas
Referência
Por Que os Índios Suya Cantam para as Suas Irmās? Arte e Sociedade
Referência
Alto Xingu : uma sociedade multilíngue
Referência
Referência 12090
Trainel/gaveta
2-2-6
Localização
Destaque do acervo
Status no DONATO
P
Situação no DONATO
Disponível
Situação
Fonte de aquisição
Associação dos Amigos do Museu Nacional de Belas Artes
Data de aquisição
26/06/2001
Forma de aquisição
Formato
I
Profundidade (cm)
1.50
Largura (cm)
14.50
Altura (cm)
9.80
Descrição formal
Objeto utilitário, pente, composto por haste de madeira horizontal no topo com varetas abaixo, igualmente de madeira, presas por fios de algodão.
|material/técnica da parte: madeira e tiras de algodão
Subtema
Utensílio; Pente; Povos Originários; Indígena; Suyá; Xingu
Tema
Local de produção
Parque Xingu, MT, Brasil
Data de produção
2001 (circa)
Material/técnica
madeira e tira de algodão
Autor
Nome (catálogo)
GRUPO CULTURAL SUYA
Denominação
pente
Objeto
pente
Coleção
Número de registro
15903
Descrição do conteúdo
“No Baixo Xingu (Parte Norte) há dois grupos falantes de línguas Tupi: o Juruna (família Juruna) e o Kayabi (família Tupi-Guarani); um grupo falante de língua Jê, o Suyá; e um falante de língua Karib, o Ikpeng. (…) Em decorrência de epidemias e guerras com os povos da região, particularmente os Suyá, o grupo foi se enfraquecendo, e na década de cinquenta estava muito reduzido. (…) Os Suyá (Steinen, 1940; Seeger, 1974) seriam originários de um grupo maior e que vindo do leste passou a oeste do Xingu e do Tapajós e depois se dirigiu ao sul. Por volta de 1830 o povo se subdividiu em dois grupos, tendo um deles (os Suyá Orientais) alcançado a bacia do Xingu através do rio Ronuro. Após se reunir a um outro subgrupo Suyá que ali residia, o povo empreendeu a descida do Xingu rumo ao Diawarum (onde o encontrou Steinen, em 1884). Mais tarde, diante de ataques por parte dos Juruna e Kayapó, os Suyá passaram à região do rio Suyá-Missú. Até seu contato com os Villas Bôas, em 1958-9 mantiveram relações conflitivas, mas também de intercasamentos e trocas com os povos do Alto, tendo deles assimilados uma série de traços culturais.(…) No decorrer de mais de um século de contato, os Suyá mantiveram relações ora hostis, ora pacíficas com os povos do Sul, dos quais assimilaram uma quantidade de traços culturais (técnicas de processamento e preparação da mandioca, estilo de habitações, uso de canoas para transporte e de redes para dormir, ornamentos e cerimoniais). Contudo mantiveram-se diferenciados em outros aspectos (consumo de animais de caça, cerimônias e artefatos cerimoniais próprios, mitologia).”
Ref.: FRANCHETTO, Bruna (organizadora). Alto Xingu: Uma sociedade multilíngue. Museu do Indio – FUNAI. Rio de Janeiro, 2011. Disponível em: <.” target=”_blank”>https://acervo.socioambiental.org/sites/default/files/documents/0PL00021.pdf>.
Título
Pente