Documento
Metadados
ID no DONATO
3810
Observações
– outros títulos: Panorama da Guanabara.
– emprestada à Fundação Casa de Rui Barbosa, Rio de Janeiro, de 9.11 a 29.12.1983.
– destaque do acervo.
– procedência – na ficha de catalogação antiga consta a seguinte anotação: “obs: no livro das obras expostas nas galerias e salas – Restauração de Pintura – 1920 – ENBA na pág. 77 – a procedência do Panorama da Guanabara – foi remetido do Palácio do Catete para a Escola Nacional de Belas Artes pelo Presidente da República Dr. Arthur Bernardes. Rio, 3/1/1984, S.N.” / o que quer dizer que esta obra foi transferida do Palácio do Catete, sede do Governo Federal, pelo Presidente da República, Artur Bernardes, para fazer parte da então pinacoteca da Escola Nacional de Belas Artes; a data de entrada desta obra para o acervo pode ser estimada como sendo no período de 1922-1926 (circa), período do mandato do citado Presidente da República.
– complementação de itens: descrições, temas, procedência (ver tb. obs. acima), bibliografia e localização atual [S.S., 18/10/2006].
Notas sobre a bibliografia
p. 60, 61 reprod — Museu Nacional de Belas Artes | p. 132 reprod — Tradição e Ruptura. Síntese de Arte e Cultura Brasileiras. Exposição de novembro de 1984 a janeiro de 1985. [catálogo] | p. 77, cat. nº 812 — Catálogo geral da pintura brasileira | p. 90 reprod — Facchinetti: [163] p.il., color
Referências bibliográficas
Referência
Museu Nacional de Belas Artes
Referência
Tradição e Ruptura. Síntese de Arte e Cultura Brasileiras. Exposição de novembro de 1984 a janeiro de 1985. [catálogo]
Referência
Catálogo geral da pintura brasileira
Referência
Facchinetti: [163] p.il., color
Referência
Facchinetti e o preciosismo da pintura de paisagem
Histórico de exposições
Título
100 Anos de Pintura Brasileira
Título
150 Anos de Pintura de Marinha na História da Arte Brasileira
Título
Tradição e Ruptura – síntese da arte e da cultura brasileiras (21ª Bienal Internacional de São Paulo)
Título
Marinhistas Brasileiros
Título
História da Pintura Brasileira no Século XIX, Segmento III – A Pintura Posterior a Missão Francesa (1835-1870)
Título
Galeria de Arte Brasileira do Século XIX (circuito de longa duração)
Histórico de movimentações
Movimentação 1002 (tipo EI); saída 1991-11-15; retorno previsto 2020-12-28; origem Galeria de Arte Brasileira do Século XIX; destino Galeria de Arte Brasileira do Século XIX
Histórico de restauros
Restauro 2423 (sequência 1); interno; tipo 2; entrada 1975-07-30 00:00:00; início 1975-07-30 00:00:00; saída 1975-11-28 00:00:00; técnico Norma Peregrini; Documentação fotográfica:
15 fotos de detalhes A.T.
1 foto (áreas de contraste) M.T.
1 foto D.T.
Restauro 2424 (sequência 2); interno; tipo 2; entrada 1985-06-04 00:00:00; início 1985-06-04 00:00:00; saída 1986-06-04 00:00:00; técnico Maria Cristina da S. Graça; Documentação fotográfica:
1 foto A.T. – vista geral – frente.
1 foto A.T. – vista geral dorso.
1 foto M.T. – frente detalhe.
1 foto M.T. – frente detalhe.
1 foto D.T. – vista geral – frente.
Restauro 2425 (sequência 3); interno; tipo 2; entrada 1999-09-20 00:00:00; início 1999-09-20 00:00:00; saída 1999-10-05 00:00:00; técnico Maria de Lourdes Cervo Germini
|Restauro 3854 (sequência 4); interno; tipo 2; entrada 2009-04-15 00:00:00; início 2009-04-16 00:00:00; saída 2009-05-06 00:00:00; técnico Eli Amaral Muniz
Restaurado?
Localização atual (registro da parte)
RT de Pintura estrangeira – 53 B
Localização
Destaque do acervo
Status no DONATO
P
Situação no DONATO
Disponível
Situação
Ex-proprietários
– Escola Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro, RJ, ? -1937, transferida ao Museu Nacional de Belas Artes.
– Palácio do Catete, Rio de Janeiro, RJ, ? – 1922/1926 (circa), transferida para a Escola Nacional de Belas Artes pelo Presidente da República Artur Bernardes (informação ficha antiga).
Fonte de aquisição
Escola Nacional de Belas Artes
Data de aquisição
1937
Forma de aquisição
Moldura
Moldura 1015; externa alt. 127.00 × larg. 326.00 × prof. 6.00 cm
Largura (cm)
305.00
Altura (cm)
101.00
Descrição formal
Pintura na horizontal representando paisagem panorâmica marítima. Na metade inferior, trecho de baía litorânea contendo diversas embarcações. Em destaque, ao centro, um pouco à esquerda, uma ilha contendo construção arquitetônica neogótica e um pouco à direita, um barco à vela com figuras humanas. No canto inferior direito, conjunto de pedras. Ao centro de toda a extensão horizontal da tela, costa de terra com conjunto de elevações rochosas e de morros. Na parte superior, céu com nuvens em tons de azul, cinza e rosa com destaque de feixes de iluminação, ao centro, que atravessam brechas de uma nuvem.
Outras inscrições
– “FACCHINETTI, NICOLA (182[4)] / ‘PANORAMA DA GUANABARA’ / ÓLEO/TELA: 1,008 x 3,000 / Inv.: 2071 / Col. MNBA” – chassi, etiqueta, vcse.
– “M. N.B.A. / FACCHINETTI / PANORAMA DA GUANABARA” – chassi, etiqueta, vcse.
– “Inv. 2071 / Facchinetti” – chassi, etiqueta, vcse.
– “Nº 9 ASPECTOS DO RIO / M.N.B.A. (1965) / (ilegível)” – chassi, etiqueta, vcse.
– “Facchinetti, Nicolau / Lagoa Rodrigo de Freitas / [óleo]/ tela – 0,227 x 0, 650 / [n.] inv, – 2069” – chassi, etiqueta, vcie.
– “2071” – chassi, a giz, vc.
– “T. 476” – chassi, à caneta hidrográfica, vecc.
– “T. 476” – moldura, à caneta hidrográfica, vcse.
– “paço / Participou da Exposição / ‘O BRASIL REDESCOBERTO’ / realizada no Paço Imperial no período de / 06 de outubro a 28 de novembro de 1999” – moldura, etiqueta, vecc.
– “NICOLA ANTONIO FACCHINETTI / Panorama da Guanabara” – moldura, etiqueta, vcie.
Transcrição da assinatura
N. Facchinetti
Assinatura
cie
Subtema
Mar; Embarcação; Paisagem litorânea; Paisagem marítima; Cidade; Niterói; Rio de Janeiro; Baía de Guanabara; Ilha Fiscal; Morro do Pão de Açúcar
Tema
Local de produção
Rio de Janeiro, RJ
Material/técnica
óleo sobre tela
Autor
Nome (catálogo)
FACCHINETTI, Nicola Antonio
Denominação
Parte única
Coleção
Número de inventário
2071
Número de registro
476
Descrição do conteúdo
Cena de marinha, apresentando a baía de Guanabara, no final do século dezenove. Ao centro da composição, a Ilha Fiscal, com sua construção em estilo neo-gótico. Ao fundo, vê-se a orla da cidade de Niterói, RJ, à direita a entrada da baía e o morro do Pão de Açúcar, Rio de Janeiro, RJ. Fazem parte da cena várias embarcações.
“Suas paisagens, feitas com extremo detalhismo e qualidade, eram exaltadas não só pelo emprego de cores vivas, mas também por captar a atmosfera local. Seu processo de concepção das telas era meticuloso, começava com a observação cuidadosa do local. Após isso, Facchinetti fazia um desenho com lápis que depois seria ampliado em carvão e fixado com tinta de escrever na tela. Suas paisagens feitas “ao natural” demandavam tempo e esforços do artista, que geralmente se instalava próximo aos locais representados, não demonstrando medo ou hesitação em alcançar um local privilegiado para posicionar-se durante o processo de captação da paisagem. Locais de difícil acesso ou pontos perigosos não serviam como entrave para o pintor, que sempre buscava o lugar perfeito que lhe proporcionasse uma vista ideal.”
Ref.: FERNANDES, Mabeli dos Santos. Facchinetti e o preciosismo da pintura de paisagem. 19&20, Rio de Janeiro, v. IV, n. 1, jan. 2009. Disponível em: <” target=”_blank”>http://www.dezenovevinte.net/artistas/naf_mabeli.htm>
Título
Panorama do Rio de Janeiro