Documento
Metadados
ID no DONATO
2911
Observações
– as informações sobre a procedência foram adquiridas no arquivo técnicodo MNBA, em pesquisa realizada pela técnica Mariza guimarães Dias.
Texto da etiqueta
Foi jornalista e poeta brasileiro, e membro fundador da Academia Brasileira de Letras.
Estado de Conservação
Trainel/gaveta
GRADE 4A
Destaque do acervo
Status no DONATO
P
Situação no DONATO
Disponível
Situação
Ex-proprietários
– Sociedade Brasileira de Belas Artes, Rio de Janeiro, RJ, ? – 1937, compra do Museu Nacional de Belas Artes.
Fonte de aquisição
Sociedade Brasileira de Belas Artes
Forma de aquisição
Formato
C
Diâmetro (cm)
50.00
Descrição formal
Medalhão em circunferência com uma borda, tendo ao fundo o perfil da cabeça de homem com bigodes fartos e cabelos ondulados.
Subtema
RETRATO [IDENTIFICADO]; homem LITERARIAS; poeta, Olavo Bilac
Tema
Impressor
Fundição Cavina
Material/técnica
bronze fundido
Autor
Nome (catálogo)
BERNARDELLI i Thierry, José Maria Rodolfo Oscar
Denominação
relêvo
Objeto
relêvo
Coleção
Número de registro
2951
Descrição do conteúdo
Olavo Bilac
Olavo Brás Martins dos Guimarães Bilac (Rio de Janeiro, 16 de dezembro de 1865 — Rio de Janeiro, 28 de dezembro de 1918) foi um jornalista e poeta brasileiro, foi membro fundador da Academia Brasileira de Letras. Criou a cadeira 15, cujo patrono é Gonçalves Dias.
Filho de Brás Martins dos Guimarães Bilac e de Delfina Belmira dos Guimarães Bilac, após o término de sua educação, iniciou o curso de Medicina na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, que não chegou a concluir. Tentou, então, a Faculdade de Direito de São Paulo que também não concluiu.
De volta ao Rio de Janeiro, passou a dedicar-se à literatura. Começou a trabalhar no jornal A Cidade do Rio, junto com José do Patrocínio. Neste jornal, conseguiu ser indicado correspondente em Paris no ano de 1890. De volta no ano seguinte, iniciou o romance “O esqueleto”, em colaboração com Pardal Mallet, que foi publicado no jornal Gazeta de Notícias em forma de folhetins e sob o pseudônimo de Vítor Leal.
Publicou inúmeras crônicas literárias no jornal A Notícia e colaborou com outros tantos jornais como A Semana, Cosmos, A Cigarra, A Bruxa e A Rua. Na qualidade de jornalista, foi grande incentivador do serviço militar obrigatório.
É como poeta, contudo, que Bilac se imortalizou. Foi eleito Príncipe dos Poetas Brasileiros pela revista Fon-Fon em 1907. Juntamente com Alberto de Oliveira e Raimundo Correia, foi a maior liderança e expressão do parnasianismo no Brasil, constituindo a chamada Tríade Parnasiana. A publicação de Poesias, em 1888 rendeu-lhe a consagração. Dentre outros escritos de Bilac, destacam-se:
• Crônicas e Novelas;
• Através do Brasil;
• Contos Pátrios;
• Teatro Infantil;
• Livro de Leitura;
• Tratado de Versificação (este em colaboração com Guimarães Passos).
Autor da letra do Hino à Bandeira, entre as suas obras podemos considerar um soneto que se refere à língua portuguesa onde esta era apelidada de “Última Flor do Lácio” – aliás, o nome do próprio poema.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Olavo_Bilac – Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Título
Olavo Bilac [medalhão]