Documento
Metadados
ID no DONATO
1276
Observações
– a peça foi enviada para a restauração em 19/7/1974, no Gabinete de Restauro deste Museu. Foi devolvido ao Setor de Escultura em 29/9/1975, após ter sido submetido a tratamento apropriado pelas técnicas Madelom Mongruel e Angela Maria Paiva.
– destaque do acervo
– a obra foi premiada no Congresso Mundial de Negritude em Dakar, África, 1966.
– foto: Raul Lima.
– peça foi emprestada para participar de exposição póstuma do autor, em 1961.
Texto da etiqueta
Obra premiada com o Iº Prêmio Internacional em Escultura Negra, no IIº Congresso Mundial da Negritude em Dakar, Senegal, África.
Considerado pelo diretor do Museu do Homem em Paris – Michel Lerris, “uma das mais eloquentes evidências da universalidade da escultura africana”.
Notas sobre a bibliografia
? — Agnaldo e a Escultura Afro-Brasileira | p. 11/13 — XI Salão Nacional de Arte Moderna, Catálogo | p. 5 — Dicionário das artes plásticas no Brasil | volume I, p. 38 — Dicionário Brasileiro de Artistas Plásticos
Referências bibliográficas
Referência
Agnaldo e a Escultura Afro-Brasileira
Referência
XI Salão Nacional de Arte Moderna, Catálogo
Referência
Dicionário das artes plásticas no Brasil
Referência
Dicionário Brasileiro de Artistas Plásticos
Referência
Agnaldo Manuel dos Santos
Prêmios
medalha de prata — VI Salão Baiano de Belas Artes | Exposição Homenagem Póstuma — 10º Salão Nacional de Arte Moderna
Histórico de exposições
Título
VI Salão Baiano de Belas Artes
Título
Exposição Agnaldo dos Santos
Título
Exposição do Congresso Mundial de Negritude
Título
Exposição Brasil 500 Anos de Artes Visuais / Módulo Negro de Corpo e Alma
Título
Exposição Arte Brasileira Moderna e Contemporânea (exposição de longa duração)
Título
10º Salão Nacional de Arte Moderna
Título
Onde Nós Somos África
Título
Das Galés Às Galerias: Representações e Protagonismos do Negro no acervo do Museu Nacional de Belas Artes
Título
Pretagonismos no Acervo do Museu Nacional de Belas Artes
Histórico de movimentações
Movimentação 340 (tipo LE); saída 2000-04-23; retorno 2000-10-19; retorno previsto 2000-10-12; destino Fundaçâo Bienal de Sâo Paulo; finalidade: Exposiçâo Brasil 500 Anos de Artes Visuais / Módulo Negro de Corpo e Alma
|Movimentação 445 (tipo LE); saída 2001-09-23; retorno 2002-01-20; retorno previsto 2002-01-20; destino Museu Guggenheim, New York, NY, Estados Unidos; finalidade: Exposição Brasil 500 Anos Artes Visuais
|Movimentação 841 (tipo EE); saída 2011-09-12; retorno 2011-11-29; retorno previsto 2011-12-09
|Movimentação 966 (tipo EI); saída 2018-05-28; retorno 2018-11-26; retorno previsto 2018-11-27; origem Reserva Técnica 1 – Vitor Meireles; destino Sala D. João VI
|Movimentação 769 (tipo EI); saída 2006-12-18; retorno previsto 2030-12-28; origem Reserva Técnica 1 – Vitor Meireles; destino Galeria de Arte Brasileira Moderna e Contemporânea
|Movimentação 1039 (tipo EE); saída 2024-08-08; retorno 2025-02-21; retorno previsto 2025-02-28
Restaurado?
Data da última avaliação
2014-12-29
Estado de Conservação
Destaque do acervo
Status no DONATO
P
Situação no DONATO
Disponível
Situação
Ex-proprietários
– Agnaldo dos Santos, Rio de Janeiro, RJ, ? – 1961, vendida ao Museu Nacional de Belas Artes.
Fonte de aquisição
Agnaldo dos Santos
Data de aquisição
1961
Forma de aquisição
Dimensões das partes
base alt. 6.00 × diâm. 30.00 (cm)
Formato
I
Profundidade (cm)
30.00
Largura (cm)
28.00
Altura (cm)
102.00
Descrição formal
A escultura lembra uma escultura africana e representa um pedinte. Está em pé, sobre uma base circular. Usa um saiote com detalhes triangulares. Segura uma garrafa, com ambas as mãos, à frente do seu corpo. Tem cabelos, nariz e lábios com traços de ascendência africana. Escultura de vulto redondo.
Subtema
homem, mendicância, negro
Movimento
moderno / expressionismo
Estilo
expressionismo
Período
s.d.
Local de produção
Salvador, BA
Data de produção
1961
Material/técnica
madeira entalhada e encerada
Autor
Nome (catálogo)
SANTOS, Agnaldo Manuel dos
Título em inglês
“The beggar”
Denominação
estátua
Objeto
estátua
Coleção
Número de registro
2518
Descrição do conteúdo
A figura lembra uma escultura africana e representa um pedinte. O pedinte é alguém característico das sociedades capitalistas e dos grandes centros metropolitanos. Representa bem a desigualdade social, de oportunidades, de falta de emprego, moradia e de assistência social – por parte do Estado. Muitos, além de pedirem donativos e ajuda, também fazem da rua a sua morada.
Título
“O pedinte”