Documento
Metadados
ID no DONATO
9286
Observações
– Outro número: GB 2236.
– Número de edição no canto inferior esquerdo.
– Título embaixo no centro.
– Presença de fungo no suporte e imagem.
Notas sobre a bibliografia
Disponível em: https://bndigital.bn.gov.br/artigos/historia-do-brasil-antonio-conselheiro-lider-religioso/ — História do Brasil. Antônio Conselheiro, líder religioso
Referências bibliográficas
Referência
História do Brasil. Antônio Conselheiro, líder religioso
Data da última avaliação
1994-07-01
Estado de Conservação
Trainel/gaveta
20-4-4
Localização
Destaque do acervo
Status no DONATO
P
Situação no DONATO
Disponível
Situação
Ex-proprietários
– Grover Chapman, Rio de Janeiro, RJ, 1978-1985, doação ao Museu Nacional de Belas Artes.
Fonte de aquisição
Grover Chapman
Data de aquisição
31/01/1985
Forma de aquisição
Dimensões das partes
área impressa alt. 27.60 × larg. 37.40 (cm)
Área impressa
alt. 27.60 × larg. 37.40
Largura (cm)
53.40
Altura (cm)
39.60
Descrição formal
Gravura na horizontal representando cena de combate. Em primeiro plano, na parte inferior à esquerda, três figuras masculinas estão de costas para o espectador, montados a cavalos. Eles usam chapéu e roupas tradicionais de cangaço. O homem ao centro segura uma arma de fogo, uma espingarda. Da direita ao centro, seis figuras femininas estão caminhando em fila, com destaque para a mulher a dianteira do grupo que segura uma gaiola com passarinho dentro e a última que segura uma espingarda. Em segundo plano, ao centro, duas figuras masculinas montadas em cavalos. Ambos com trajes tradicionais de cangaço, o primeiro segura uma espingarda com a mão direita e leva um facão ao lado da cintura à esquerda. O segundo, leva uma espingarda apoiada nas costas e carrega uma grande flâmula nas mãos. Todos estão em sentido à esquerda da obra. Em terceiro plano, dois homens, um em cada lateral da gravura, estão montados a cavalo seguindo na direção para direita. Destaca-se, à esquerda, uma grande cruz localizada no meio da batalha. Ao fundo, uma multidão de pessoas, colinas e céu. Impressão em tons terrosos e amarelos.
Outras inscrições
– “P.A.” – à grafite, cie.
– “O combate” – à grafite, ebc.
– “água-forte / água-tinta” – à grafite, vebd.
– “ Tombo: 12.483 Gb 2236” – à grafite, vcid.
Datação na obra
cid
Transcrição da assinatura
Chapman 78
Assinatura
cid
Subtema
Figura masculina; Homem; Figura feminina; Mulher; História do Brasil; Guerra de Canudos; Combate; Batalha; Primeira República; Literatura; Os Sertões; O Episódio de Canudos; Antonio Conselheiro; Euclides da Cunha
Tema
Número da edição
P.A.
Data de produção
1978
Material/técnica
água-forte e água-tinta
Autor
Nome (catálogo)
CHAPMAN, Grover
Denominação
Parte única
Coleção
Número de registro
12483
Descrição do conteúdo
“A cidade, ao fundo, destruída em chamas. Homens empunhando cruzes, mulheres e crianças em volta do corpo de Antônio Conselheiro, o líder religioso de Canudos. A imagem revela uma cena ao mesmo tempo trágica e singela, que podemos ver no desenho dos rostos quase infantis da gravura de Grover Chapman (1924-2000). A obra faz parte de um conjunto de gravuras feitas para ilustrar o livro “O Episódio de Canudos” com textos de “Os Sertões” de Euclides da Cunha, selecionados por Luiz Viana. (…) Antônio Conselheiro (1830-1897) fundou em 1893 uma comunidade que ele batizou de Belo Monte, no vilarejo de Canudos. A comunidade religiosa do povo pobre do sertão logo começou a incomodar os poderosos da região. Era uma comunidade construída como alternativa aos poderes dos Barões e da Igreja. Não obedeciam às regras da Igreja, tampouco as da República, a pouco instalada no país. Não aceitavam pagar os impostos, não utilizavam a moeda corrente, a produção da comunidade era distribuída entre os habitantes segundo a sua necessidade. Eram contra o regime republicano e chegaram a ser acusados de participarem de uma conspiração para a reinstalação da Monarquia, o que serviu para fortalecer a opinião pública em torno da repressão à comunidade de Canudos. A imagem criada pela imprensa da época sobre Antônio Conselheiro e sua comunidade como o profeta insano e seus jagunços fanáticos legitimaram as ações do Estado contra eles. Anos mais tarde, Euclides da Cunha, em 1902, com a publicação de “Os Sertões” revê este trágico episódio da nossa história e descreve com brilhantismo o massacre da comunidade de Canudos.”
Ref.: História do Brasil. Antônio Conselheiro, líder religioso. Biblioteca Nacional. Disponível em: <.” target=”_blank”>https://bndigital.bn.gov.br/artigos/historia-do-brasil-antonio-conselheiro-lider-religioso/>.
Título
“O combate [da série Antônio Conselheiro e a Guerra dos Canudos]”