Documento
Metadados
ID no DONATO
18729
Observações
– outros nºs: AP 418.73.
– restaurada em novembro de 2002
Referências bibliográficas
Referência
– MIGUEZ, Renato. Ceramistas Populares de Pernambuco. In: Revista Brasileira de Folclore. Ano X, nº 28/
Restaurado?
Trainel/gaveta
3-3-5
Localização
Destaque do acervo
Status no DONATO
P
Situação no DONATO
Disponível
Situação
Fonte de aquisição
Galeria Chica da Silva
Data de aquisição
1973
Forma de aquisição
Profundidade (cm)
8.00
Largura (cm)
8.50
Altura (cm)
24.00
Marcas
Sim
Transcrição da assinatura
carimbo: Amaro Rodrigue
Tema
Local de produção
Caruaru, PE, Brasil
Data de produção
1973 (circa)
Material/técnica
barro modelado, cozido e pintado
Autor
Nome (catálogo)
AMARO RODRIGUE
Denominação
escultura
Objeto
escultura
Coleção
Número de registro
9043
Descrição do conteúdo
Maria Bonita era o apelido de Maria Gomes de Oliveira, a primeira mulher a participar de um grupo de cangaceiros.
Maria Bonita nasceu em 8 de março de 1911 e depois de um casamento frustrado, tornou-se a mulher de Lampião, conhecido como o “Rei do Cangaço”, em 1929, mas ainda morando na fazenda dos pais. Um ano depois, em 1930, Maria Bonita é chamada por Lampião para fazer efetivamente parte do bando de cangaceiros, com quem viveria por longos oito anos.
Com o cangaceiro, Maria Bonita teve uma filha de nome Expedita e teve também três abortos. Morreu em 28 de julho de 1938, quando foi degolada pela milícia armada oficial.
Fonte: wikipedia
Título
Maria Bonita