Documento
Metadados
ID no DONATO
3918
Observações
– A maquete está danificada, faltando a cabeça do retratado.
– O monumento dessa maquete está nos fundos da Igreja da Candelária, na Avenida Presidente Vargas, Rio de janeiro, RJ.
Trainel/gaveta
39-2
Destaque do acervo
Status no DONATO
P
Situação no DONATO
Disponível
Situação
Ex-proprietários
– Escola Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro, RJ, 1931/35-1937, transferência para o Museu Nacional de Belas Artes.
– Henrique Bernardelli, Rio de Janeiro, RJ, ? – doação à Escola Nacional de Belas Artes.
Fonte de aquisição
Escola Nacional de Belas Artes
Data de aquisição
1937
Forma de aquisição
Profundidade (cm)
27.00
Largura (cm)
31.00
Altura (cm)
50.00
Descrição formal
Sobre base retangular em forma de pedestal e com três degraus escalonados o busto em meio corpo de Pereira Passos, segurando um provável documento
|material/técnica da parte: gesso
Indicação de local na obra
Sim
Datação na obra
Sim
Transcrição da assinatura
Paris, 1902
Subtema
– social; político; cidade do Rio de Janeiro
Tema
Local de produção
Paris, França
Data de produção
1902
Material/técnica
gesso
Autor
Nome (catálogo)
BERNARDELLI i Thierry, José Maria Rodolfo Oscar
Denominação
maquete para monumento
Objeto
maquete para monumento
Coleção
Número de registro
2907
Descrição do conteúdo
O retratado, engenheiro Francisco Pereira Passos, nasceu em 1836 e morreu em 1913.
Francisco Pereira Passos (Piraí, 29 de agosto de 1836 — 12 de março de 1913) foi um engenheiro brasileiro e prefeito da cidade do Rio de Janeiro entre 1902 e 1906, nomeado pelo presidente Rodrigues Alves.
Filho de Antônio Pereira Passos, o Barão de Mangaratiba, e de Clara Oliveira Passos. Até os catorze anos foi criado na Fazenda do Bálsamo, em São João Marcos, atualmente distrito de Rio Claro, no estado do Rio de Janeiro.Em março de 1852 ingressou na então Escola Militar, atual Escola Politécnica da Universidade Federal do Rio de Janeiro – antiga Universidade do Brasil onde se formou em 1856 como Bacharel em Ciências Físicas e Matemáticas o que lhe dava o Diploma de Engenheiro Civil. Foi colega de turma de Benjamin Constant.
Estudou na França onde assistiu a reforma urbana de Paris promovida por Georges Haussmann.
Ao lado de Lauro Müller, Paulo de Frontin e Francisco Bicalho, promoveu uma grande reforma urbanística na cidade, com o objetivo de transformá-la numa capital nos moldes franceses. Foram destruídas em torno de 1.500 domicílios. A reforma urbanística na cidade foi de tal sorte que o prefeito foi apelidado de “Bota abaixo”. Com 1.800 metros de comprimento e 33 metros de largura, é um dos mais importantes logradouros ainda nos dias de hoje, a exercer o papel de centro econômico e administrativo. Foi também em sua administração que ocorreram as obras de abertura das Avenidas Beira-Mar, Atlântica, além do alargamento da rua da Carioca, Sete de Setembro, Avenida Passos, dentre outras obras.
Após as obras de Pereira Passos e o trabalho do sanitarista Oswaldo Cruz o Rio de Janeiro perdeu o apelido de Cidade da Morte e ganhou o título de Cidade Maravilhosa e realizou a Exposição Nacional de 1908, idealizada pelo presidente Afonso Pena para festejar o Centenário da abertura dos portos.
Foi presidente do Clube de Engenharia do Rio de Janeiro. Morreu a bordo do navio Araguaia, em viagem do Rio de Janeiro para a Europa.
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Título
Maquete para o monumento à Pereira Passos