Documento
Metadados
ID no DONATO
23830
Histórico de exposições
Título
Galeria de Arte Brasileira do Século XIX (circuito de longa duração)
Histórico de movimentações
Movimentação 1002 (tipo EI); saída 1991-11-15; retorno previsto 2020-12-28; origem Galeria de Arte Brasileira do Século XIX; destino Galeria de Arte Brasileira do Século XIX
Data da última avaliação
2014-12-02
Estado de Conservação
Localização
Destaque do acervo
Status no DONATO
P
Situação no DONATO
Disponível
Situação
Forma de aquisição
Formato
I
Profundidade (cm)
33.00
Largura (cm)
25.00
Altura (cm)
37.00
Descrição formal
Homem, de meia idade, cabelos curtos, barbudo, bigode, veste terno, camisa social, calça e sapatos. Está sentado em uma cadeira, que possui o espaldar curvo e vazado por balaustradas. Em sua mão esquerda, ele segura folhas de papel. A perna direita está recolhida, junta à cadeira; e a esquerda, semi-flexionada, posicionada mais à frente. A escultura tem base fixa arredondada.
Outras inscrições
– Na base, etiqueta, de bronze afixada, frente, à esquerda: “58”.
Subtema
RETRATO[identificado]; MAQUETE; ROMANTISMO; JOSÉ DE ALENCAR; LITERATURA; POLÍTICA
Material/técnica
bronze fundido
Autor
Nome (catálogo)
BERNARDELLI i Thierry, José Maria Rodolfo Oscar
Título em inglês
Mockup for Monument to José de Alencar
Denominação
maquete para monumento
Coleção
Número de registro
19590
Descrição do conteúdo
José de Alencar (José Martiniano de Alencar), advogado, jornalista, orador, romancista e teatrólogo. Nasceu em Messejana (atual bairro de Fortaleza), CE, em 1º de maio de 1829, e faleceu no Rio de Janeiro, RJ, em 12 de dezembro de 1877. É o patrono da cadeira n. 23, da Academia Brasileira de Letras, por escolha de Machado de Assis. A sua notoriedade começou com as “Cartas sobre a Confederação dos Tamoios”, publicadas em 1856, com o pseudônimo de Ig, no Diário do Rio de Janeiro, nas quais critica veementemente o poema épico de Domingos Gonçalves de Magalhães, favorito do Imperador e considerado então o chefe da literatura brasileira. Estabeleceu-se, entre ele e os amigos do poeta, apaixonada polêmica de que participou, sob pseudônimo, o próprio D. Pedro II. Ainda em 1856, publicou o seu primeiro romance conhecido: “Cinco Minutos”. Em 1857, revelou-se um escritor mais maduro com a publicação, em folhetins, de “O Guarani”, que granjeou popularidade. Daí para frente, escreveu romances indianistas, urbanos, regionais, históricos, romances-poemas de natureza lendária, obras teatrais, poesias, crônicas, ensaios e polêmicas literárias, escritos políticos e estudos filológicos. Sua obra é da mais alta significação nas letras brasileiras, não só pela seriedade, ciência e consciência técnica e artesanal com que a escreveu, mas também pelas sugestões e soluções que ofereceu, facilitando a tarefa da nacionalização da literatura no Brasil e da consolidação do romance brasileiro, do qual foi o verdadeiro criador. Sendo a primeira figura das nossas letras, foi chamado “o patriarca da literatura brasileira”. Sua imensa obra causa admiração não só pela qualidade, como pelo volume, se considerarmos o pouco tempo que José de Alencar pôde dedicar-lhe numa vida curta. Faleceu no Rio de Janeiro, de tuberculose, aos 48 anos de idade.
FONTE: www.academia.org.br/academicos/jose-de-alencar/biografia
Título
“Maquete para monumento a José de Alencar”