Documento
Metadados
ID no DONATO
81
Observações
– Esta obra estava catalogada sob o título “Repouso”, até abril de 1984.
– A obra recebeu o título “Repouso” conforme apresentado em documento do diretor Oswaldo Teixeira em 1943, em que defere a oferta e na autorização de compra do Ministro Capanema em 20/05/1943 (Processo de aquisição – Núcleo de Registro).
– Segundo dados da ficha de catalogação, o setor de restauração informou ter localizado o título Fugitivo no chassis em 1984.
Notas sobre a bibliografia
n. 5 (1943), p. 86 — Anuário do Museu Nacional de Belas Artes | p. 7, cat. n. 1 (sob o título “Repouso”) — Catálogo geral da pintura brasileira | p. 116, reprod — Arte Brasileira Século XX – Galeria Eliseu Visconti
Referências bibliográficas
Referência
Anuário do Museu Nacional de Belas Artes
Referência
Catálogo geral da pintura brasileira
Referência
Arte Brasileira Século XX – Galeria Eliseu Visconti
Referência
Por enxergar demais. A pintura de Hugo Adami
Histórico de exposições
Título
Arte Brasileira Século XX, Galeria Eliseu Visconti (circuito permanente)
Título
“Os Bastidores do MNBA, um percurso por sua Memória” – 11* Primavera dos Museus.
Histórico de movimentações
Movimentação 947 (tipo EI); saída 2017-09-17; retorno 2017-09-25; retorno previsto 2017-09-25; origem Reserva Técnica 1 – Vitor Meireles; destino Hall do 2º piso
Histórico de restauros
Restauro 2670 (sequência 1); interno; tipo 2; entrada 1984-03-14 00:00:00; início 1984-03-20 00:00:00; saída 1984-03-23 00:00:00; técnico Angela Paiva; Documentação fotográfica inexistente.
Restaurado?
Trainel/gaveta
49-B (No laboratório de restauração)
Localização
Destaque do acervo
Status no DONATO
P
Situação no DONATO
Disponível
Situação
Ex-proprietários
– Maria Paula Adami (parente?), ? , ? , ? – 1943, vendida ao Museu Nacional de Belas Artes.
Fonte de aquisição
Maria Paula Adami
Data de aquisição
06/1943
Forma de aquisição
Moldura
Moldura 11; Madeira; externa alt. 111.00 × larg. 160.00 × prof. 7.50 cm
Largura (cm)
148.00
Altura (cm)
98.00
Descrição formal
Pintura na horizontal representando em primeiro plano, ao centro, uma figura masculina negra, deitada com seu tronco para cima, sobre chão de terra, com a cabeça à esquerda e os pés à direita da obra. O homem apresenta o tronco desnudo, braços flexionados e erguidos com as mãos sob a cabeça. Ele tem os olhos fechados e veste calça branca dobrada até a altura dos joelhos. Suas pernas estão flexionadas: a direita sobre o chão, em diagonal, e a esquerda com o pé apoiado ao chão. Ao fundo, partes inferiores de troncos de árvores, algumas com cipós retorcidos, em tons de cinza e céu vermelho.
Outras inscrições
– “T.01” – chassi, à caneta hidrográfica, vcse.
– “T.01” – chassi, à caneta hidrográfica, vcid.
– “T.01” – chassi, à caneta hidrográfica, vce..
– “Hugo Adami “Fugitivo” – chassi, à caneta hidrográfica, vc.
– “T.01” – moldura, à caneta hidrográfica, vcse.
– “Adami, Hugo / “Repouso” / oleo/tela / nº de inv. 3 / TRAINEL – 51-B” – moldura, etiqueta, vcie.
– “TOMBO 01” – moldura, à caneta hidrográfica, vcie.
Datação na obra
cid
Transcrição da assinatura
H. Adami 1934
Assinatura
cid
Subtema
Figura Masculina; Homem; Negro; Escravidão
Data de produção
1934
Material/técnica
óleo sobre tela
Autor
Nome (catálogo)
ADAMI, Pílade Francisco Hugo
Denominação
Parte única
Coleção
Número de inventário
3
Número de registro
1
Descrição do conteúdo
A obra representa uma figura masculina negra. Com o título “Fugitivo” sugere o momento em que o homem, após a fuga, se encontra em posição de repouso, livre da opressão da escravização apresentando semblante de descanso e relaxamento.
“(…) deixou-se envolver pelo nacionalismo e questões sociais do Modernismo brasileiro dos anos trinta. Isso é claro na escolha de seus temas e também no fato de trazer para a sua pintura temas da realidade brasileira Pintou uma fábrica, uma vista de favela “Favela dos meus Amores”, e um rapaz fugitivo da policia, “‘O Fugitivo”. (…) Em Fugitivo’ essa interação entre fundo e figura se faz por meio de uma languidez que invade toda a obra. A terra do chão, a calça branca do moleque e seu corpo são definidos por contornos macios, sendo essa maciez reforçada pelo azul esmaecido dos troncos de árvore que rodeiam a figura do rapaz. Tudo ali convida ao sono pesado de um dia de calor. Mas essa tranqüilidade é rompida por um tom de laranja berrante e chapado, que vem do fundo. Esse laranja – herança do simbolismo de De Chirico – pode ser entendido como a metáfora da condição ameaçadora que rodeia 0 garoto e, da qual, ali, rodeado por grossas árvores azuladas e mergulhado no sono, está protegido.”
Ref.: PAIM, Ivana Soares. Por enxergar demais. A pintura de Hugo Adami. Universidade de São Paulo. Departamento de Artes Plásticas. Escola de Comunicação e Artes. São Paulo, 2002. Disponível em: <.” target=”_blank”>https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/27/27131/tde-16032021-162051/publico/IvanaSoaresPaim.pdf>.
Título
“Fugitivo”