Documento
Metadados
ID no DONATO
9315
Observações
– Outro número: GB 1649
– Título no canto inferior esquerdo
– Presença de fungo, poeira e escurecimento do suporte e imagem
– Fita adesiva no suporte
Referências bibliográficas
Referência
Arte/Brasil/hoje: 50 anos depois
Histórico de exposições
Título
“Rossini Perez: o cubo além da forma
Histórico de movimentações
Movimentação 937 (tipo EI); saída 2017-05-08; retorno 2017-09-25; retorno previsto 2017-07-10; origem Mapoteca da Gravura Brasileira; destino Sala Joaquim Lebreton
Data da última avaliação
1993-10-06
Estado de Conservação
Trainel/gaveta
19-4-1
Localização
Destaque do acervo
Status no DONATO
P
Situação no DONATO
Disponível
Situação
Ex-proprietários
– Ana Letícia Quadros, ?, ?, 1956-1984, doação ao Museu Nacional de Belas Artes.
Fonte de aquisição
Ana Letícia Quadros
Data de aquisição
02/07/1984
Forma de aquisição
Dimensões das partes
área impressa alt. 11.50 × larg. 23.70 (cm)
Área impressa
alt. 11.50 × larg. 23.70
Largura (cm)
34.70
Altura (cm)
24.70
Descrição formal
Espalhadas pelo campo impresso, oito formigas junto a sete folhas. Impressão em preto.
Datação na obra
cid
Transcrição da assinatura
Anna Letycia / 56
Assinatura
cid
Subtema
Animais; Invertebrado; Inseto; Formiga
Tema
Data de produção
1956
Material/técnica
água-tinta e água-forte
Autor
Nome (catálogo)
QUADROS, Anna Letycia
Denominação
Parte única
Coleção
Número de registro
10936
Descrição do conteúdo
“A busca inicial de expressão através da pintura, em Anna Letycia, foi logo substituída pelo trabalho exclusivo com a gravura em metal, de meados da década de 1950 em diante. (…) Duas influências distintas e distanciadas, recebidas dos dois professores que a iniciaram nas técnicas da gravura – Iberê Camargo e Oswaldo Goeldi -, marcaram de modo muito profundo os primeiros tempos da obra de Anna Letycia; de Iberê adveio-lhe a predileção pelo uso do metal e, de Goeldi, certo clima soturno e denso, na figuração ainda permeada de expressionismo. Esse ponto de partida figurativo, abordando liricamente formas animais e vegetais, deslocou-se, já ao fim da década de 1950, rumo a uma abstração relacionada mais com o informalismo que peculiaridades da gravura em metal lhe permitiam do que com princípios construtivos absorvidos, tempos depois, no trabalho em desenvolvimento até os dias de hoje. De fato, na continuidade da atitude de pesquisa técnica e formal que sempre a caracterizou, sua gravura mais recente recupera a figuração, mas o faz em termos indiretos (…)”.
Ref.: PONTUAL, Roberto. Arte/Brasil/hoje:50 anos depois. São Paulo: Collectio, 1973.
Título
“Formigas”