Documento
Metadados
ID no DONATO
2739
Observações
– superfície danificada por arranhões.
– a peça se encontrava arranhada. O autor foi consultado pelos técnicos da Seção de Escultura – Rafael Vieira Souto e Mariza Guimarães Dias, sendo autorizado, por ele, a passar uma lixa d’água e, depois, dar polimento com cera de silicone incolor. O trabalho de conservação e polimento foi realizado em janeiro de 1991.
Histórico de exposições
Título
III Salão de Arte Moderna
Título
Exposição Arte Brasileira Moderna e Contemporânea (exposição de longa duração)
Título
Pequeno Grande Mundo da Escultura
Título
“O Espaço da Arte”
Histórico de movimentações
Movimentação 951 (tipo EI); saída 2018-01-08; retorno 2019-05-28; retorno previsto 2018-05-28; origem Galeria de Arte Brasileira Moderna e Contemporânea; destino Sala Chaves Pinheiro
|Movimentação 769 (tipo EI); saída 2006-12-18; retorno previsto 2030-12-28; origem Reserva Técnica 1 – Vitor Meireles; destino Galeria de Arte Brasileira Moderna e Contemporânea
Data da última avaliação
2015-01-13
Estado de Conservação
Destaque do acervo
Status no DONATO
P
Situação no DONATO
Disponível
Situação
Ex-proprietários
– Sergio Camargo, Rio de Janeiro, RJ, ?-1954, vendida ao Museu Nacional de Belas Artes, através do Salão de Arte Moderna.
Fonte de aquisição
Sergio Camargo
Data de aquisição
1954
Forma de aquisição
Formato
I
Profundidade (cm)
17.00
Largura (cm)
28.00
Altura (cm)
21.00
Descrição formal
Forma ovóide, com reentrâncias onde se vê alguns angulos retos.
|material/técnica da parte: pedra sabão esculpida
Transcrição da assinatura
“S. de Camargo”
Assinatura
ebc
Subtema
Construtivismo
Tema
Período
s.d.
Material/técnica
pedra sabão esculpida/entalhe
Autor
Nome (catálogo)
CAMARGO, Sergio de
Título em inglês
“Abstract form”
Denominação
Parte única
Coleção
Número de registro
2700
Descrição do conteúdo
“Trata-se de uma singular experiência do espaço: transformar a superfície no campo onde a matéria trabalha outros elementos além das curvas, ângulos e cortes. Essa experiência, o método de Sergio Camargo, vai transmiti-la construindo todo o trabalho como a exploração do limite do espaço. (…) É evidente. Existe nessas esculturas alguma coisa mais que a sintaxe da ordem construtiva. Por isso, temos a percepção dessa presença invisível, desse tempo produzido pela densidade que não admite a redução a dados imediatos. Além da herança legítima de Brancusi, Kant e Bergson, que também passaram por aí. Um repertório de formas ou uma gramática visual não são capazes de dar conta dessa linguagem. (…) Daí essa empatia entre a matéria e o trabalho: a identidade construída, essa densa respiração, sob controle. Os músicos a conhecem. Ela não pode ser sempre a mesma. A cada nota, uma sutil variação, aquela da diferença. As esculturas fixam esses momentos, que absorvem o tempo. Esta densidade em movimento, suspensa. Nunca fragmentos da natureza estiveram tão distantes e tão próximos de sua origem.”
FONTE: DUARTE, Paulo Sergio. “Densité mobile.” Paris: 1982 apud DUARTE, Paulo Sergio Duarte. “Sergio Camargo: Luz e Matéria.” São Paulo: Itaú Cultural, p.19, 2016. Disponível em: iberecamargo.org.br/wp-content/uploads/2018/10/catalogo_sergio-camargo-luz-e-materia.pdf
Título
“Forma abstrata”