Documento
Metadados
ID no DONATO
377
Observações
– esta obra foi planejada para ser em tamanho natural e se destinava à Casa de Correção do Rio de Janeiro.
– a obra foi restaurada pelo professor de escultura da Universidade Federal do Rio de Janeiro, por Joaquim Lemos , em 1982.
– foto: Raul Lima.
Notas sobre a bibliografia
p. ? — O estatuário brasileiro Candido Caetano de Almeida Reis
Referências bibliográficas
Referência
O estatuário brasileiro Candido Caetano de Almeida Reis
Referência
A escultura e seu ofício no Brasil do Segundo Reinado (1840-1889)
Restaurado?
Estado de Conservação
Trainel/gaveta
44-1
Destaque do acervo
Status no DONATO
P
Situação no DONATO
Disponível
Situação
Ex-proprietários
– Escola Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro, RJ, 1890-1937, transferência ao Museu Nacional de Belas Artes.
– Academia Imperial de Belas Artes, Rio de Janeiro, RJ, 1933-1937, transferência à Escola Nacional de Belas Artes.
– Herdeiros do autor, Rio de Janeiro, RJ, ?- 1933, doação à Escola Nacional de Belas Artes.
Fonte de aquisição
Escola Nacional de Belas Artes
Data de aquisição
1937
Forma de aquisição
Formato
I
Profundidade (cm)
19.00
Largura (cm)
16.50
Altura (cm)
66.00
Descrição formal
A escultura de gesso representando figura masculina em pé sobre base retangular. O homem está em postura ligeiramente curvada, seu braço direito está flexionado, com a mão apoiada sobre a testa, enquanto o braço esquerdo cruza o corpo, sustentando o cotovelo direito, sob a haste de uma enxada. A figura veste camisa de mangas compridas dobradas até o cotovelo, calças longas com cinto e sapatos fechados. Ele tem o quadril voltado para a direita, apoiado sob a perna a qual flexiona o joelho mais à frente.
Outras inscrições
– “45” – base, placa de metal, frente.
Datação na obra
Sim
Subtema
Figura masculina; Homem; Trabalho; Ferramenta agrícola; Enxada; Expiação; Crime; Casa de Correção; Penitenciária; Presídio; Prisão
Data de produção
1888 (circa)
Material/técnica
gesso modelado
Autor
Nome (catálogo)
ALMEIDA REIS, Candido Caetano de
Denominação
estatueta
Objeto
estatueta
Coleção
Número de registro
2527
Descrição do conteúdo
Obra planejada para ser em tamanho natural e se destinava a Casa de Correção do Rio de Janeiro.
“Talvez uma de suas obras mais interessantes e surpreendentes foi Expiação, anterior a 1889, data da morte do escultor. Nesta composição alegórica, tradicionalmente entendida como um modelo para uma escultura para a Casa da Correição, representando a um preso expiando seu crime, curiosamente o tema de uma de suas primeiras obras, Almeida Reis chega a uns resultados plásticos muito especiais, em estreita relação com obras de plena atualidade na Europa (…) Almeida Reis consegue criar uma obra de “vanguarda”, em princípio realista, mas de uma concepção diferente. O escultor, como já fez em outras obras, coloca o realismo do modelado a serviço da alegoria, da representação de uma ideia, e não do desejo de elevar a realidade à categoria dos temas canônicos, como no caso dos seus colegas europeus.”
Ref.: CHILLÓN, Alberto Martín. A escultura e seu oficio no Brasil do Segundo Reinado (1840-1889). Tese. Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Centro de Educação e Humanidades. Instituto de Artes. Rio de Janeiro, 2017. Disponível em: <.” target=”_blank”>https://www.bdtd.uerj.br:8443/bitstream/1/7393/2/Alberto%20M%20Chillon_Tese%20Cap%203%20-%20Apend.pdf>.
Título
“Expiação”