Documento
Metadados
ID no DONATO
3806
Observações
– Outros números: 674 B (?).
– Destaque do acervo.
– TEXTO PARA ETIQUETA: Tema inspirado no livro “Atalá” (1801) de René Chateaubriand, marco do Romantismo na França. De tema indianista, tem como cenário a América do Norte (Louisiana). Atalá, filha do chefe de uma tribo, se enamora do prisioneiro Chactas e foge com ele. Na fuga, encontram um missionário para poderem casar-se. Mas Atalá recorda-se de que sua mãe havia lhe consagrado a Deus, crê que seu voto é irrevogável e se envenena. O pintor francês Girodet exibiu pela primeira vez um quadro com este tema no Salão de Paris de 1808 – e tornou-se um marco da transição do Neoclassicismo para o Romantismo / Fonte de consulta: página on-line, The Getty Museum, The Collections, acesso: 14/10/2003 [S.S., 09/08/2004; 16/08/2006]
– Valores de seguro anteriores: R$ 750.000,00. (16/08/2006).
– Esta obra participou da XXVIª Exposição Geral de Belas Artes, em 1884. Estava em exposição na Seção de Pintura. Cf. LEVY, Carlos Roberto Maciel. Exposições Gerais da Academia Imperial e da Escola Nacional de Belas Artes. Rio de Janeiro: Edições Pinakotheke, 1990. pp. 262.
– Esta obra participou da Exposição Geral de Belas Artes, em 1891. Estava em exposição na Galeria Nº 3. Cf. Catálogo dos Quadros Expostos na Escola Nacional de Belas Artes. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1891. pp. 51.
Notas sobre a bibliografia
vol. IV, p. 24 reprod — História da pintura brasileira no século XIX | p. 105 reprod., 106 — História da pintura brasileira no século XIX | p. 76, cat. nº 806 — Catálogo geral da pintura brasileira | p. 169 reprod. e 181 — Dicionário crítico da pintura no Brasil | p. 96 — Giovanni Battista Castagneto (1851-1900): o pintor do mar | p. 262 — Exposições Gerais da Academia Imperial e da Escola Nacional de Belas Artes: período monárquico: catálogo de artistas e o | p. 86 — Antônio Parreiras (1860-1937): pintor de paisagem, gênero e história | p. 32 reprod. color — Entre duas modernidades: do Neoclassicismo ao Pós-impressionismo na coleção do Museu Nacional de Belas Artes. Textos de | p. 39 reprod — O Museu Nacional de Belas Artes | p. 8, cat. nº 60 — 26ª Exposição Geral de Belas Artes
Referências bibliográficas
Referência
História da pintura brasileira no século XIX
Referência
História da pintura brasileira no século XIX
Referência
Catálogo geral da pintura brasileira
Referência
Dicionário crítico da pintura no Brasil
Referência
Giovanni Battista Castagneto (1851-1900): o pintor do mar
Referência
Exposições Gerais da Academia Imperial e da Escola Nacional de Belas Artes: período monárquico: catálogo de artistas e obras entre 1840 e 1884
Referência
Exposições gerais de belas artes 1840-1933. (publicação digital)
Referência
Antônio Parreiras (1860-1937): pintor de paisagem, gênero e história
Referência
Entre duas modernidades: do Neoclassicismo ao Pós-impressionismo na coleção do Museu Nacional de Belas Artes. Textos de Pedro Martins Caldas Xexéo, et.al
Referência
O Museu Nacional de Belas Artes
Referência
26ª Exposição Geral de Belas Artes
Referência
Referência 12213
Histórico de exposições
Título
Salon
Título
Entre Duas Modernidades: do Neoclassicismo ao Pós-impressionismo na Coleção do Museu Nacional de Belas Artes
Título
História da Pintura Brasileira no Século XIX, Segmento IV
Título
“Arte Brasileira do Século XIX”
Título
26ª Exposição Geral das Bellas Artes
Título
Galeria de Arte Brasileira do Século XIX (circuito de longa duração)
Histórico de movimentações
Movimentação 602 (tipo LI); saída 2004-07-12; retorno 2004-07-13; retorno previsto 2004-07-13; destino Galeira Nacional do Século XIX; finalidade: Produção de gravação de Comercial Mundial da Sharp
|Movimentação 623 (tipo LE); saída 2004-08-24; retorno 2004-11-12; retorno previsto 2004-11-08; destino Centro Cultural Banco do Brasil, Brasília, D.F.; finalidade: Exposição “Entre duas modernidades: do Neoclassicismo ao pós-Impressionismo – Coleção MNBA”
|Movimentação 767 (tipo EE); saída 2007-07-16; retorno 2008-02-27; retorno previsto 2008-02-17
|Movimentação 1002 (tipo EI); saída 1991-11-15; retorno previsto 2020-12-28; origem Galeria de Arte Brasileira do Século XIX; destino Galeria de Arte Brasileira do Século XIX
Histórico de restauros
Restauro 2680 (sequência 1); interno; tipo 2; entrada 1984-06-05 00:00:00; saída 1984-10-02 00:00:00; técnico Ângela Maria de Oliveira Paiva.; Registro Migrado em 16/03/2007
Restauro 4088 (sequência 2); interno; tipo 2; entrada 2007-04-17 00:00:00; início 2007-04-17 00:00:00; saída 2007-06-18 00:00:00; técnico Valéria Rivera, Larissa Long.
Restaurado?
Data da última avaliação
2014-12-02
Estado de Conservação
Localização
Destaque do acervo
Status no DONATO
P
Situação no DONATO
Disponível
Situação
Ex-proprietários
– Escola Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro, RJ, 1890-1937, transferida ao Museu Nacional de Belas Artes.
– Academia Imperial das Belas Artes, Rio de Janeiro, RJ, 1885-1890, transferida à Escola Nacional de Belas Artes.
– Augusto Rodrigues Duarte, Rio de Janeiro, RJ, 1878-março 1885, vendida à Academia Imperial das Belas Artes, por Cr$ 5.000,00.
Fonte de aquisição
Augusto Rodrigues Duarte
Data de aquisição
1885
Forma de aquisição
Moldura
Moldura 1012; externa alt. 231.00 × larg. 284.00 × prof. 11.50 cm
Largura (cm)
245.00
Altura (cm)
189.00
Descrição formal
Pintura na horizontal representando cena fúnebre. Em primeiro plano, à direita, figura masculina indígena está sentada com as mãos unidas na lateral do quadril e rosto apoiado em seu ombro direito. Ele veste tanga, tem os cabelos compridos e usa colar. No canto inferior direito, ao lado do homem, está um cachorro branco e preto deitado com a cabeça levantada. Em segundo plano, ao centro, está uma mulher deitada envolta por tecido branco sobre a relva. Ela tem cabelos pretos com uma flor branca na lateral da cabeça, seios desnudos e segura, com as duas mãos, um crucifixo sobre o peito. Em terceiro plano, à esquerda, um ancião de barbas longas e brancas olha em direção à figura feminina com a mão esquerda sobre o queixo. Ao fundo, à esquerda, céu azul com nuvens e à direita, uma encosta rochosa.
Outras inscrições
– “RJ – Tel: 240-0068 / EXPOSIÇÃO: Da [Missão à Opinião] (ilegível) / de arte entre França e Brasil / LOCAL: Paço Imperial / PERÍODO: 10 de abril a 25 de maio de 1989 / AUTOR: Augusto Duarte / TÍTULO: “Exéquias de Atalá” – 1875 / TÉCNICA: óleo s/ tela MEDIDAS / [TOMBO]: 468” – moldura, etiqueta, vce.
– “AUGUSTO [RODRIGUES DUARTE] / Exéquias de Atalá / tombo: 468” – moldura, etiqueta, vcd.
– “AUGUSTO R. DUARTE / “Exéquias de Atalá” / Tombo:468” – moldura, etiqueta, vebe.
Datação na obra
cid
Transcrição da assinatura
A. DUARTE 1878
Assinatura
cid
Subtema
Literatura; Romance; Atalá; François-René de Chateaubriand; Romantismo; Indígena; Figura feminina; Mulher; Figura masculina; Homem; Idoso; Animal; Cachorro
Tema
Data de produção
1878
Material/técnica
óleo sobre tela
Autor
Nome (catálogo)
DUARTE, Augusto Rodrigues
Denominação
Parte única
Coleção
Número de inventário
2056
Número de registro
468
Descrição do conteúdo
O tema deriva da narrativa de Chateaubriand – Atala, ou Les amours de deux sauvages au desert – publicada em 1801 : Chactas, guerreiro Natchez, aprisionado por uma tribo inimiga, é libertado pela filha do chefe, Atalá, que por ele se apaixonara. Fogem juntos, mas Atalá, fiel a uma promessa que sua mãe fizera à Virgem Maria, não pode casar-se, e se envenena … Ao fundo vê-se o vulto pesaroso do missionário Aubry, que ouvira a confissão da suicida.
“A pintura “Exéquias de Atalá”(1878) é a obra mais conhecida de Augusto Rodrigues Duarte (1844- 1888), um talento que teve a vida interrompida muito cedo, impedindo-o de ter uma projeção maior no panorama da arte brasileira do século XIX. (…) Esta sua grande composição baseia-se em uma passagem do romance “Atala” (1801), de autoria do escritor francês François- René de Chateaubriand (1768-1848), cujas narrativas visuais e poemas, de tendência pré-romântica, exerceram uma influência marcante nas letras e artes visuais brasileiras oitocentistas, por sua temática indianista, tão cara a nossos escritores, pintores e escultores. A ação da pintura se desenrola na América do Norte, onde Chactas, guerreiro Natchez, aprisionado por uma tribo inimiga, é libertado pela filha do cacique, Atalá, que por ele se apaixonara. Ambos fogem, mas Atalá, fiel a uma promessa que sua mãe fizera à Virgem Maria, não pode casar-se, o que a levou ao suicídio. Augusto Rodrigues Duarte descreve, visualmente, o seu funeral. Vemos Atalá morta, seu corpo sob uma mortalha, com as mãos segurando um crucifixo, tendo ao seu lado o desolado Chactas, além do missionário Aubry, que ouvira a confissão da suicida, que havia se envenenado. O quadro, ponto mais alto da produção de Duarte, foi realizada brilhantemente, quer por sua composição, tratamento das figuras, quer pelo virtuosismo técnico utilizado. O tema é ligado ao gênero romântico e despertou opiniões elogiosas à pintura.”
Ref.: Museu Nacional de Belas Artes. Facebook. Disponível em: <.” target=”_blank”>https://www.facebook.com/MNBARio/posts/a-pintura-ex%C3%A9quias-de-atal%C3%A11878-%C3%A9-a-obra-mais-conhecida-de-augusto-rodrigues-dua/2725300260945875/>.
Título
Exéquias de Atalá