Documento
Metadados
ID no DONATO
1091
Observações
– Outros números: 189 no canto inferior esquerdo do verso;
– Outros títulos: Estudo para “Iara”;
– Intitulada conforme referência bibliográfica: Estudo para “Mãe d’Água” – ver catálogo “Exposição Rodolfo Amoedo: centenário de seu nascimento”, MNBA, 1957 [S.S., 04/04/2006];
– Alteração de título – Estudo para “Mãe d’Água”: figura feminina e peixes – revisão de catalogação [S.S., 26/04/2006];
– Preenchimento dos campos ‘tema’ e ‘descrição de conteúdo’ [S.S., 26/05/2006].
– O Museu possui outros estudos para a composição final, nº de registro 161, 162, 163, 193, 208, 1122, 1191, 1203, 1204, 6230, 6315, 6889, 6731, 6803, 6825.
– O Museu possui a composição final, n° de registro 70.
– Revisado por Maria Izabel Escano em 28/08/2013.
Notas sobre a bibliografia
p.25, cat. nº 245 — Catálogo geral da pintura brasileira
Referências bibliográficas
Referência
Catálogo geral da pintura brasileira
Trainel/gaveta
35-2-7
Localização
Destaque do acervo
Status no DONATO
P
Situação no DONATO
Disponível
Situação
Ex-proprietários
– Adelaide Amoedo, Rio de Janeiro, RJ, 1941, doada ao Governo Federal (MNBA), juntamente com outras 794 obras do mesmo autor, mediante pensão mensal vitalícia de 2:000$000.
– Rodolfo Amoedo, Rio de Janeiro, RJ, ? -1941, legada à viúva pelo espólio do artista.
Fonte de aquisição
Adelaide Amoedo
Data de aquisição
09/1941
Forma de aquisição
Largura (cm)
25.40
Altura (cm)
48.50
Descrição formal
Figura feminina nadando á esquerda. Peixe vermelha à direita e outros azuis à esquerda, embaixo.
Subtema
LENDA; FOLCLORE; MULHER
Material/técnica
têmpera sobre cartão
Autor
Nome (catálogo)
AMOEDO, Rodolfo
Denominação
Parte única
Coleção
Número de inventário
261
Número de registro
1148
Descrição do conteúdo
Estudo de figura feminina para composição “Mãe d’Água”: Mito das águas, de origem indígena, com características alteradas, na segunda metade do século XIX, para a forma de mulher sedutora, sereia, ninfa. Em sua origem amazônica, aparece como monstruosa serpente aquática, a Boiúna, Mãe d’Água. Já no século XIX, torna-se uma espécie de sereia, moça de cabelos louros, olhos azuis e que canta. Esta transformação demonstra uma fusão com o mito europeu da sereia, explorado na literatura romântica de tema indianista -apareceu e foi difundido nos versos de Gonçalves Dias.
[CASCUDO, Luis da Câmara. Dicionário do Folclore Brasileiro. Clássicos da Cultura Brasileira, vol. 4. Belo Horizonte: Editora Itatiaia Ltda, 1984]
Título
Estudo para “Mãe d’Água”