Documento
Metadados
ID no DONATO
10090
Observações
– Outros números: D.B. 710 (Desenho Brasileiro); 6 no canto inferior esquerdo da frente;
– O Museu possui outros estudos para a composição final, nº de registro 161, 162, 163, 193, 208, 1122, 1148, 1191, 1203, 1204, 6230, 6889, 6731, 6803, 6825.
– O Museu possui a composição final, n° de registro 70.
– Revisado por Maria Izabel Escano em 28/08/2013.
Notas sobre a bibliografia
cat. nº 137, p. 30 — Exposição Rodolfo Amoedo (comemorativa do centenário de seu nascimento)
Referências bibliográficas
Referência
Exposição Rodolfo Amoedo (comemorativa do centenário de seu nascimento)
Histórico de exposições
Título
Exposição Rodolfo Amoedo (Comemorativa do Centenário do seu nascimento)
Trainel/gaveta
28-5-61
Localização
Destaque do acervo
Status no DONATO
P
Situação no DONATO
Disponível
Situação
Ex-proprietários
– Adelaide Amoedo, Rio de Janeiro, RJ, 1941, doada ao Governo Federal (MNBA), juntamente com outras 794 obras do mesmo autor, mediante pensão mensal vitalícia de 2:000$000 (Dois contos de Réis) – Rodolfo Amoedo, Rio de Janeiro, RJ, ? -1941, legada à viúva pelo espólio do artista.
Fonte de aquisição
Adelaide Amoedo
Data de aquisição
1941
Forma de aquisição
Largura (cm)
31.40
Altura (cm)
47.90
Descrição formal
Três figuras humanas nadam. Uma ao centro tem os braços abertos. Outra, abaixo, está de barriga para cima, e a terceira está numa posição vertical. Uma quarta figura se esboça acima à esquerda.
Outras inscrições
– “Exposição Centenário de Rodolfo Amoedo Museu Nacional de Belas Artes 1957” – carimbo no verso
Subtema
MULHER; FOLCLORE; LENDA
Material/técnica
lápis de cor e pastel sobre papel
Autor
Nome (catálogo)
AMOEDO, Rodolfo
Denominação
Parte única
Coleção
Número de inventário
668
Número de registro
6315
Descrição do conteúdo
Estudo de figuras humanas para composição “Mãe d’Água”: Mito das águas, de origem indígena, com características alteradas, na segunda metade do século XIX, para a forma de mulher sedutora, sereia, ninfa. Em sua origem amazônica, aparece como monstruosa serpente aquática, a Boiúna, Mãe d’Água. Já no século XIX, torna-se uma espécie de sereia, moça de cabelos louros, olhos azuis e que canta. Esta transformação demonstra uma fusão com o mito europeu da sereia, explorado na literatura romântica de tema indianista -apareceu e foi difundido nos versos de Gonçalves Dias. [CASCUDO, Luis da Câmara. Dicionário do Folclore Brasileiro. Clássicos da Cultura Brasileira, vol. 4. Belo Horizonte: Editora Itatiaia Ltda, 1984]
Título
Estudo para “Mãe d’Água”