Documento
Metadados
ID no DONATO
487
Observações
– limpeza da peça: em 31-01-1983, por Ubiratan José de Freitas, Mariza Guimarães e Ana Lucia Matos, técnicos do MNBA.
– limpeza da peça: em 1989 por Ubiratan José de Freitas e Rafael Vieira Souto, técnicos do MNBA.
– o livro “Benezit” cita a existência de uma peça igual no Museu de Luxemburgo.
– foi realizada a limpeza da peça em 2008 pelo funcionário do Gabinete de Conservação e Restauro Eli Muniz.
– destaque do acervo.
– foi constatada a existência de uma peça igual no Museu do Louvre pela técnica Mariza Guimarães Dias, funcionária do MNBA, em abril de 1983.
– foto: Fialdinni
Notas sobre a bibliografia
volume I, pag 124 — Dictionnaire critique et documentaire des peintres, sculpteurs, dessinateurs et graveurs
Referências bibliográficas
Referência
Dictionnaire critique et documentaire des peintres, sculpteurs, dessinateurs et graveurs
Estado de Conservação
Trainel/gaveta
em frente a gal moldagem 1
Localização
Destaque do acervo
Status no DONATO
P
Situação no DONATO
Disponível
Situação
Ex-proprietários
– Carlos Guinle, Rio de Janeiro, RJ, ?-1940, doação ao Museu Nacional de Belas Artes.
Fonte de aquisição
Carlos Guinle
Data de aquisição
1940
Forma de aquisição
Profundidade (cm)
105.00
Largura (cm)
75.00
Altura (cm)
120.00
Descrição formal
Homem velho, nú, com cabelos e barbas longas. Está sentado sobre uma pedra e segura um cajado. Ao lado três cebolas, em torno da pedra inscrições.
Outras inscrições
“Diogène; Par Jupiter/cet enfant map/prend que j’ai du superflu/”
Transcrição da assinatura
E. Boisseau
Assinatura
Sim
Subtema
MITOLOGIA; VELHICE, velho,filósofo
Escola
francesa
Material/técnica
mármore esculpido
Autor
Nome (catálogo)
BOISSEAU, Emile André
Denominação
estátua
Objeto
estátua
Coleção
Número de registro
3022
Descrição do conteúdo
Trata-se de uma figura de um filósofo – Diógenes.
Diógenes de Sínope (em grego antigo: Διογένης ὁ Σινωπεύς; Sínope, 404 ou 412 a.C.[1] – Corinto, c. 323 a.C.[2]), também conhecido como Diógenes, o Cínico, foi um filósofo da Grécia Antiga. Os detalhes de sua vida são conhecidos através de anedotas (chreia), especialmente as reunidas por Diógenes Laércio em sua obra Vidas e Opiniões de Filósofos Eminentes.
Diógenes de Sínope foi exilado de sua cidade natal e se mudou para Atenas, onde teria se tornado um discípulo de Antístenes, antigo pupilo de Sócrates. Tornou-se um mendigo que habitava as ruas de Atenas, fazendo da pobreza extrema uma virtude; diz-se que teria vivido num grande barril, no lugar de uma casa, e perambulava pelas ruas carregando uma lamparina, durante o dia, alegando estar procurando por um homem honesto. Eventualmente se estabeleceu em Corinto, onde continuou a buscar o ideal cínico da auto-suficiência: uma vida que fosse natural e não dependesse das luxúrias da civilização. Por acreditar que a virtude era melhor revelada na ação e não na teoria, sua vida consistiu duma campanha incansável para desbancar as instituições e valores sociais do que ele via como uma sociedade corrupta.
Título
“Diogène”, circa 1889/1900