Documento
Metadados
ID no DONATO
26662
Referências bibliográficas
Referência
Obra emblemática de Glauber Rocha chegou ao cinema em 1º de junho de 1964. Itaú cultural. Efemérides
Referência
A Estranheza de João Câmara. Ensaios Críticos. O Artista
Trainel/gaveta
53-5-6
Localização
Destaque do acervo
Status no DONATO
P
Situação no DONATO
Disponível
Situação
Número do processo de aquisição
01441-001035/2017-96
Fonte de aquisição
Norma Estellita Pessôa
Data de aquisição
05/12/2018
Forma de aquisição
Largura (cm)
50.00
Altura (cm)
70.30
Descrição formal
Gravura na vertical representando busto de figura humana estilizada. Ao centro, busto de um homem com vestimenta de cangaceiro em tons de marrom. Ele usa chapéu com três estrelas prateadas, cabelos enrolados nas cores marrom, ocre e preta na altura da orelha e lenço no pescoço. À frente do seu corpo, na parte central, uma cruz vermelha cobrindo parte do seu rosto, nariz e boca, deixando apenas olhos e face aparentes. Impressão em preto, marrom, vermelho, prata, ocre e verde.
Outras inscrições
– “VI/XI” – à grafite, cie.
– “Deus e o Diabo na Terra do Sol” – à grafite, ebc.
– “LITHOS / RIO – BRASIL” – carimbo seco, cie.
– “T 22044” – à grafite, vcie.
Transcrição da assinatura
Camara
Assinatura
cid
Subtema
Busto; Figura masculina [IDENTIFICADA]; Homem; Nordeste; Cangaço; Cangaceiro; Filme; Cinema; Glauber Rocha; Deus e o Diabo na Terra do Sol
Tema
Número da edição
VI/XI
Editor
LITHOS
Data de produção
2018
Material/técnica
serigrafia
Autoria (função e atribuição)
CÂMARA Filho, João — Autor
Autor
Nome (catálogo)
CÂMARA Filho, João
Denominação
Parte única
Coleção
Número de registro
22044
Descrição do conteúdo
A obra representa um referência ao filme “Deus e o diabo na terra do sol”, filme brasileiro de 1964 dirigido por Glauber Rocha, considerado um marco do Cinema Novo. O filme foi a escolha oficial do governo brasileiro para representar o país no Festival de Cannes de 1964. Narra a história do sertanejo Manoel e sua esposa Rosa, que levam uma vida sofrida no interior do país, uma terra desolada e marcada pela seca. Onde decidem juntar-se a um grupo religioso que lutava contra os grandes latifundiários e em busca do paraíso após a morte.
Ref.: PÉCORA, Luísa. Obra emblemática de Glauber Rocha chegou ao cinema em 1º de junho de 1964. Itaú cultural. Efemérides. Itaú Cultural, 2024. Disponível em: <” target=”_blank”>https://www.itaucultural.org.br/secoes/series/deus-e-o-diabo-na-terra-do-sol-os-60-anos-de-uma-obra-atemporal>
“(…) [a] poética de João Câmara, formada, justamente, e a princípio, numa espécie de trânsito problemático e problematizador entre a pintura arcaizante legada por Rego Monteiro e o repertório visual do imaginário popular. (Esses dois territórios, de fato, também estavam agregados, é fundamental não se esquecer, à anexação do então jovem artista à nova figuração – fenômeno que se firmava no Brasil dentro do quadro da “volta à figura” – detonado na Europa e nos Estados Unidos a partir da Pop art, do Hiper-realismo e do Novo Realismo).
Ref.: CHIARELLI, Tadeu. A Estranheza de João Câmara. Ensaios Críticos. O Artista. João Câmara. Disponível em: <” target=”_blank”>https://www.joaocamara.com/>
Título
“Deus e o diabo na terra do sol”