Documento
Metadados
ID no DONATO
982
Observações
– a peça foi submetida à limpeza com nafta e proteção com emulsão de cêra pelas técnicas de Restauro do Museu Nacional de Belas Artes, Madelon Mongruel de Faria e Norma Peregrini, em setembro de 1977.
– o exemplar em terracota foi feito em 1888, para ser exposto no dia 12/11/1988 durante uma confêrencia de Generino dos Santos no Salão do Clube Tiradentes em homenagem à Dante, junto com a estatueta Alma Penada [ número de registro 2522].
– este original ficou com os herdeiros do artista, dele foram tirados dois exemplares em bronze na Fundição Cavina. Um foi para o MNBA, e o outro foi colocado em cima do ossário de Almeida Reis no Cemitério de São João Batista, no bairro de Botafogo, Rio de Janeiro.
– foto: Raul Lima
Texto da etiqueta
O exemplar em terracota foi feito em 1888, para ser exposto no dia 12/11/1988 durante uma confêrencia de Generino dos Santos, no Salão do Clube Tiradentes, em homenagem à Dante, junto com a estatueta “Alma Penada”.
Notas sobre a bibliografia
p. ?, reprod — “Arte brasileira, Almeida reis. Estatuário do Segundo Império” | p. 203, reprod. — Mostra do Redescobrimento: arte do século XIX
Referências bibliográficas
Referência
“Arte brasileira, Almeida reis. Estatuário do Segundo Império”
Referência
Mostra do Redescobrimento: arte do século XIX
Histórico de exposições
Título
Brasil 500 Anos Artes Visuais / Módulo do século XIX
Título
Galeria de Arte Brasileira do Século XIX (circuito de longa duração)
Histórico de movimentações
Movimentação 330 (tipo LE); saída 2000-04-12; retorno 2000-10-19; retorno previsto 2000-09-29; destino Associação Brasil 500 Anos, São Paulo, SP; finalidade: Exp. Brasil 500 Anos Artes Visuais, Módulo Século XIX
|Movimentação 1002 (tipo EI); saída 1991-11-15; retorno previsto 2020-12-28; origem Galeria de Arte Brasileira do Século XIX; destino Galeria de Arte Brasileira do Século XIX
|Movimentação 617 (tipo LE); saída 2004-08-23; retorno 2004-09-24; retorno previsto 2004-09-03; destino Centro Cultural Banco do Brasil – Brasília, DF; finalidade: Exposição Entre Duas Modernidades: do neoclassicismo ao impressionismo
Restaurado?
Data da última avaliação
2014-12-01
Estado de Conservação
Localização
Destaque do acervo
Status no DONATO
P
Situação no DONATO
Disponível
Situação
Ex-proprietários
– Escola Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro, 1933 – 1937, transferência ao Museu Nacional de Belas Artes.
– Herdeiros do autor, Rio de Janeiro, RJ, ? – 1933, doação à Escola Nacional de Belas Artes.
Fonte de aquisição
Escola Nacional de Belas Artes
Data de aquisição
1937
Forma de aquisição
Formato
I
Profundidade (cm)
20.00
Largura (cm)
17.00
Altura (cm)
56.00
Descrição formal
Figura de homem, em pé, usando veste longa abotoada na frente. Cabeça voltada para à esquerda, braços cruzados à altura do peito. Na cabeça, uma espécie de barrete, terminando em ponta.
Indicação de local na obra
Sim
Datação na obra
Sim
Transcrição da assinatura
“Alm. Reis”
Assinatura
Sim
Subtema
Literatura, escritor, homem, Dante Alighieri
Tema
Impressor
Rio de Janeiro, RJ, Cavina, ?
Período
circa 1800/1889
Local de produção
Rio de Janeiro, Brasil
Data de produção
1800 – 1889 (circa)
Material/técnica
bronze fundido
Autor
Nome (catálogo)
ALMEIDA REIS, Candido Caetano de
Título em inglês
Dante returning from exile
Denominação
estatueta
Objeto
estatueta
Coleção
Número de registro
2523
Descrição do conteúdo
O retratado é o literato Dante Alighieri, autor da “Divina Comédia”. Dante Alighieri é considerado o primeiro grande poeta italiano. Além de ser poeta, mantinha outras duas ocupações: escritor e político. Nascido em Florença, no ano de 1265, morreu em Ravena, em setembro de 1321. Uma das suas principais obras é o poema “Divina Comédia”, reconhecido também como uma das grandes obras da literatura mundial e dessa época; Foi médico farmacêutico, mas resolveu não seguir a profissão. O escritor também foi um dos responsáveis por estruturar e definir o idioma italiano moderno.
FONTE: Livraria Cultura. Disponível em: livrariacultura.com.br/e/dante-alighieri-176099
Título
Dante ao voltar do exílio