Documento
Metadados
ID no DONATO
3653
Observações
– submetida à limpeza e polimento pela técnica do Museu Nacional de Belas Artes, Eliete C. Costa em 1975.
– limpeza realizada pelo museólogo do MNBA, Ubiratan de Freitas em 1984.
– Esta escultura participou da exposição De Valentin a Valentim, montada no Museu AfroBrasil em São Paulo, no período de 19 de março a 23 agosto 2009. O período de exposição foi prorrogado. Seu término deixou de ocorrer na data prevista de 19 de julho de 2009, passando a acontecer somente em 23 de agosto de 2009. Esta escultura, assim como todas as outras obras que participaram desta exposição retornaram ao M.N.B.A. no dia 26 de agosto de 2009.
– No livro de inventário a grafia que consta no ato de entrada da obra no museu é “Dansarina”. Na base da peça é possível ler a palavra com a mesma grafia “Dansarina”.
– foto: Raul Lima.
Histórico de exposições
Título
Escultura brasileira, do bronze a dimensão planar
Título
Coleção de Escultura do MNBA: da República Brasileira à Contemporaneidade
Título
Coleção de Escultura do MNBA: da República Brasileira à Contemporaneidade
Título
De Valentim a Valentim
Título
Artistas Brasileiros na Itália
Título
De Valentim a Valentim
Histórico de movimentações
Movimentação 10 (tipo LE); saída 1999-01-13; retorno 2001-01-13; retorno previsto 2001-01-13; destino Hotel Copacabana Palace ; finalidade: Adornar ambientes do hotel (Comodato 13/01/1999)
|Movimentação 693 (tipo LE); saída 2005-11-29; retorno 2006-03-19; retorno previsto 2006-03-10; destino Museu de Arte Dionísio Del Santos, Vitória, Espírito Santo; finalidade: Exposição Escultura Brasileira – do bronze a dimensão planar
|Movimentação 803 (tipo EE); saída 2009-03-06; retorno 2009-08-26; retorno previsto 2009-06-19
|Movimentação 828 (tipo EE); saída 2010-07-12; retorno 2010-08-31; retorno previsto 2010-08-31
|Movimentação 848 (tipo EE); saída 2011-09-15; retorno 2012-03-13; retorno previsto 2011-11-18
|Movimentação 859 (tipo EI); saída 2012-06-14; retorno 2012-12-04; retorno previsto 2012-12-03; origem Reserva Técnica 1 – Vitor Meireles; destino Sala Ubi Bava
|Movimentação 769 (tipo EI); saída 2006-12-18; retorno previsto 2030-12-28; origem Reserva Técnica 1 – Vitor Meireles; destino Galeria de Arte Brasileira Moderna e Contemporânea
Data da última avaliação
2014-12-29
Estado de Conservação
Localização atual (registro da parte)
Galeria de Arte Brasileira Moderna e Contemporânea
Trainel/gaveta
sala almeida reis 8-3
Destaque do acervo
Status no DONATO
P
Situação no DONATO
Disponível
Situação
Ex-proprietários
– Elza Bertazzon, Rio de Janeiro, RJ, 16/10/1940 – 05/05/1942, vendida ao Museu Nacional de Belas Artes.
– Hugo Bertazzon, Rio de Janeiro, RJ, 15/12/1931 – 16/10/1940, legada à viúva Elza Bertazzon pelo espólio do artista.
Número do processo de aquisição
Não localizado 15
Fonte de aquisição
Elza Bertazzon
Data de aquisição
05/05/1942
Forma de aquisição
Dimensões das partes
base alt. 3.50 × larg. 4.00 × prof. 22.00 (cm)
Formato
I
Profundidade (cm)
27.00
Largura (cm)
21.00
Altura (cm)
102.00
Descrição formal
Figura feminina nua, de pé, na ponta dos dedos, nua, com um coque baixo na cabeça. O braço direito erguido, em atitude de dança; a cabeça virada para este lado, colada ao braço, olhos cerrados; e o braço esquerdo estendido, colado ao corpo.
Outras inscrições
– “Fundição – Zani – Rio – 942”
Indicação de local na obra
Sim
Datação na obra
vebd
Transcrição da assinatura
H. Bertazzon, Rio, 15-12-31
Assinatura
vebd
Subtema
NÚ; CÊNICAS; mulher, dança
Tema
Impressor
Fundação Zani, Rio de Janeiro
Período
1931
Local de produção
Rio de Janeiro, Brasil
Data de produção
15/12/1931
Material/técnica
bronze fundido
Autor
Nome (catálogo)
BERTAZZON, Hugo
Título em inglês
“Dancer”
Denominação
estatueta
Objeto
estatueta
Coleção
Número de registro
2548
Descrição do conteúdo
História da dança: As danças primitivas eram executadas pelos homens das cavernas e seus movimentos ficaram registrados na arte rupestre, isto é, em desenhos gravados em rochas e nas paredes das cavernas. Na Era Paleolítica e Mesolítica, a dança estava diretamente relacionada à sobrevivência, no sentido de que os homens, vivendo em tribos isoladas e se alimentando de caça e pesca, e de vegetais e frutos colhidos da natureza, criavam rituais em forma de dança, que impediriam eventos naturais de prejudicar essas atividades. No Período Neolítico, o homem fixa residência e os rituais e oferendas em forma de dança têm o sentido de festejar a terra e o preparo para o plantio, de celebrar a colheita e a fertilidade dos rebanhos. 5.000 a.C. (EGITO): a dança tinha um caráter sagrado e era executada em homenagem aos deuses. 2.000 a.C. (ÍNDIA): as danças têm origem na invocação a Shiva (Deus da Dança). Com suas danças, os hindus procuravam uma união com a natureza. Do século VII a.C. ao século III a.C. (GRÉCIA): assim como na Índia e no Egito, a dança na Grécia também integrava rituais religiosos; mesmo antes de fazer parte das manifestações teatrais. De 476 a 1453 (IDADE MÉDIA): “Idade das Trevas”. Nessa época, a Igreja se tornou a autoridade constituída, e manifestações corporais foram proibidas, uma vez que a dança foi vinculada ao pecado. A Igreja, porém, não conseguiu interferir nas danças populares dos camponeses, que continuaram com as festas de semeadura e de colheita. A partir do século XV, com o Renascimento, as cortes se transformaram. Ocorriam grandes festas; e a dança se desenvolveu, particularmente, em Florença-Itália, no Palácio da Família Médici. 1459: foi apresentado o primeiro triunfo, considerado balé, em uma festa de casamento. 1581 – primeiro “balé da corte”. Na passagem do século XVI para o XVII, a dança ainda continuava ligada à situação de festa, porém, na Itália, ela já se desenvolve como formo autônoma de representação, onde não há mais espaço para poesias, deuses e heróis. Os personagens passam a ser plebeus vivendo paixões humanas; como retratos , p.e., o famoso trio Pierrô, Arlequim e Colombina. 1661 – Luís XIV fundou a Academie Royale de la Danse. 1669-1700: a dança sai dos palácios e chega aos palcos dos teatros, ainda como mera coadjuvante de alguns trechos de óperas. Século XVIII: o balé nasceu da união das acrobacias profissionais e da leveza e graça da dança das festas da aristocracia. 1713: Luís XIV criou uma cia. de dança, com vinte bailarinos, para a famosa Ópera de Paris. Século XIX: Balé Romântico – desenvolveu-se na França e se estendeu por toda a Europa. As histórias mostravam uma heroína triste, capaz de morrer ou enlouquecer por amor. Os ideais da bailarina romântica, sublime, provocaram uma grande modificação da técnica de dança, introduzindo as sapatilhas de ponta e roupas mais leves. Século XX: tempo do progresso, das descobertas científicas, da rapidez, da expansão de fronteiras, da modernidade. A dança passa a ser mais dinâmica; vai buscar novas formas. Três pesquisadores da arte do corpo elaboram teorias, que deram base à dança moderna. Essas teorias não constituem, propriamente, a forma coreográfica, mas um trabalho de corpo e um estudo do movimento humano. São eles: François Delsarte; Émile Jaques-Dalcroze e Rudolf Laban. Dança Moderna: o embrião da dança moderna é tradicionalmente associado à estadunidense Isadora Duncan; mas, também, a Rudolf Laban, na Alemanha. Décadas de 1940/50 (transição para a dança contemporânea): na fronteira entre a dança moderna e a contemporânea está o coreógrafo e bailarino Merce Cunningham. Ele se posicionou contra a permanência dos modelos acadêmicos na dança moderna, buscando novas fórmulas. Década de 90: uso da tecnologia, softwares. FONTE: LANGENDONCK, Rosana van. “História da dança.” 20 págs. Disponível em: educacaofisica.seed.pr.gov.br/arquivos/sugestao_leitura/historia_danca.pdf.
Título
“Dançarina”