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Metadados
ID no DONATO
1526
Observações
– A obra já foi catalogada na P.E – Pintura Estrangeira sob o nº 220
– Obra pertencente a Escola belga século XIX
– Obra representativa da sua fase pós-impressionista. Este quadro documenta a lenta e gradual mudança na maneira de pintar de Morren, por volta da passagem do séc. XIX ao séc. XX. Nesta época o artista aderiu à forma de pontilhismo em suas pinceladas, tal como aconteceu na pintura de Georg Seurat e Paul Signac, dois grandes mestres dessa técnica.
FOLDER IMPRESSSIONISMO E SEUS REFLEXOS- 2002
– Uma das mais ricas parcelas do acervo de pintura estrangeira do Museu Nacional de Belas Artes do Rio de Janeiro é relativa a obras do século XIX. Dentro desse conjunto, destacam-se as criações dos artistas que aderiram ao estilo impressionista. Trata-se de um universo de pintores das mais diversas nacionalidades, sobretudo de origem francesa. O impressionismo, um dos mais importantes movimentos artísticos do século dezenove, foi o próprio divisor de águas entre a arte antiga e a moderna, conforme a classificação de hoje. Surgiu impulsionado pela obra de pintores independentes em relação à arte praticada nas academias de ensino artístico. Seu precursor, Louis Eugène Boudin, artista de quem o MNBA possui vinte quadros, todos retratando paisagens pintados ao ar livre, é considerado mestre e o iniciador da pintura impressionista. O impressionismo, como movimento consciente, eclodiu oficialmente em 1874, na exposição no estúdio de Nadar em Paris. Dessa exposição participou Claude Monet com seu quadro Impressão-sol-nascente do qual se originou o nome do estilo. No acervo do MNBA, encontram-se obras de artistas participantes dessa histórica primeira exposição: Louis Eugène Boudin, Alfred Sisley e Armand Guillaumin. Inúmeros foram os seguidores desse movimento revolucionário, conforme podemos apreciar em pinturas desta mostra; além dos franceses Charles Lebourg, Henry Moret, Maxime Maufra, Henri Martin, os belgas George Morren, Émile Claus, os italianos e espanhóis: Antonio Mancini, Cubells y Ruiz e Joaquim Sorolla e os portugueses como José Malhoa, Silva Porto e Carlos Reis, entre outros.
Texto da etiqueta
Esta obra integra um conjunto de quarenta e oito pinturas doadas pelo colecionador e joalheiro, Luiz de Rezende, em 1909, à Escola Nacional de Belas Artes.
Notas sobre a bibliografia
p. 105, 217 p. il — Catálogo geral das galerias de pintura e de escultura | il.nº 14 — Reflexos do Impressionismo no Museu Nacional de Belas Artes | p.109, nº 220 — Arte Estrangeira no Museu Nacional de Belas Artes – Pintura Italiana dos Séc. XVI, XVII e XVIII. [Catálogo] | nº 12 — Impressionismo – seus precursores e seguidores | p.251 — Acervo Museu Nacional de Belas Artes | nº 18 — Impressionismo e seus reflexos | nº 8 — Impressionismo: história e seus reflexos
Referências bibliográficas
Referência
Trabalho na Arte
Referência
Catálogo geral das galerias de pintura e de escultura
Referência
Reflexos do Impressionismo no Museu Nacional de Belas Artes
Referência
Arte Estrangeira no Museu Nacional de Belas Artes – Pintura Italiana dos Séc. XVI, XVII e XVIII. [Catálogo]
Referência
Impressionismo – seus precursores e seguidores
Referência
Acervo Museu Nacional de Belas Artes
Referência
Impressionismo e seus reflexos
Referência
Impressionismo: história e seus reflexos
Histórico de exposições
Título
Reproduções Fotográficas – Impressionismo: História e seus Reflexos
Título
Impressionismo seus precursores e seguidores: acervo do MNBA
Título
Impressionismo e seus reflexos
Título
Arte Estrangeira – Influência impressionista
Título
Reflexos do Impressionismo (Exposição Comemorativa do Centenário do Impressionismo )
Título
Trabalho na Arte
Título
Impressionismo e seus reflexos
Título
Impressionismo e seus reflexos
Título
Boudin e outros impressionistas
Título
Arte Européia do século XIX. Acervo do Museu Nacional de Belas Artes
Histórico de movimentações
Movimentação 174 (tipo LI); saída 1995-04-18; retorno 1995-05-28; destino MNBA; finalidade: Impressionismo, seus precursores e seguidores
|Movimentação 444 (tipo LI); saída 2001-09-18; retorno 2002-01-15; destino Galeria Rodrigo de M. Franco; finalidade: O Impressionismo e seus reflexos
Histórico de restauros
Restauro 3380 (sequência 1); interno; tipo 2; entrada 1973-10-12 00:00:00; início 1973-10-12 00:00:00; saída 1974-01-10 00:00:00; técnico Inesinha de Souza.; Documentação fotográfica *:
Fotos 1, 2 e 3 – quadro antes do tratamento.
Fotos 4 e 5 – detalhe perda de material original, parte mediana superior.
Fotos 6 e 7 – detalhe rompimento do suporte.
Fotos 8 e 9 – reentrância.
Foto 10 – dorso.
Foto 11 – detalhe contraste.
* As fotos citadas acima não estão juntas com a ficha de restauração, apenas a foto 11.
Restaurado?
Localização atual (registro da parte)
Reserva Técnica de Pintura Estrangeira
Trainel/gaveta
41-b
Localização
Destaque do acervo
Status no DONATO
P
Situação no DONATO
Disponível
Situação
Ex-proprietários
– Escola Nacional de Belas Artes. Rio de Janeiro,RJ, 1909-1937, transferência para o Museu Nacional de Belas Artes
– Luiz de Rezende, Rio de Janeiro, RJ, ? – 1909, doação a Escola Nacional de Belas Artes
Fonte de aquisição
Escola Nacional de Belas Artes
Data de aquisição
1937
Forma de aquisição
Largura (cm)
81.00
Altura (cm)
91.00
Descrição formal
Em meio a um bosque, uma mulher curvada estende roupas na grama ao sol. Árvores secas e ao lado da lavadeira um balde.
|material/técnica da parte: óleo sobre tela
Datação na obra
cid
Transcrição da assinatura
G. Morren 94
Assinatura
cid
Subtema
Mulher, trabalho, rural, Coleção Luiz de Rezende
Tema
Movimento
Impressionista
Estilo
Impressionista
Data de produção
1894
Material/técnica
óleo sobre tela
Autor
Nome (catálogo)
MORREN, George
Denominação
Parte única
Coleção
Número de inventário
2354
Número de registro
2005
Descrição do conteúdo
Esta obra é uma das melhores pinturas de George Morren, demonstra o desdobramento do estilo impressionista da maneira como se processou em diversos países da Europa e representa a fase pós-impressionista do artista. O quadro documenta a gradual mudança de Morren ao aderir ao “pontilhismo”, forma de pintura utilizando pinceladas minúsculas. Conforme aconteceu na pintura de Georg Seaurat e Paul Signac, dois mestres desta´técnica. Os troncos das árvores que aparecem em primeiro plano representam – além da riqueza de cores – um exemplo das tendências do art-nouveau ao decorativismo.
Título
Corando a roupa