Documento
Metadados
ID no DONATO
11963
Observações
– Outro número: GB 6
– Título, embaixo, no centro
– Número de edição no canto inferior esquerdo
– Mancha de líquido no suporte
Notas sobre a bibliografia
p. 5 — 3º Salão Nacional de Artes Plásticas
Referências bibliográficas
Referência
3º Salão Nacional de Artes Plásticas
Referência
Referência 11978
Prêmios
Prêmio Gustavo Capanema — 3º Salão Nacional de Artes Plásticas
Histórico de exposições
Título
3º Salão Nacional de Artes Plásticas
Data da última avaliação
1994-09-15
Estado de Conservação
Trainel/gaveta
2-3
Localização
Destaque do acervo
Status no DONATO
P
Situação no DONATO
Disponível
Situação
Ex-proprietários
– Instituto Nacional de Artes Plásticas/FUNARTE, Rio de Janeiro, RJ, 1980-1983, doação ao Museu Nacional de Belas Artes
– Manfredo Alves de Souza Neto, Rio de Janeiro, RJ, ? – 1980, incorporado ao acervo do Instituto Nacional de Artes Plásticas/FUNARTE através do prêmio Gustavo Capanema
Fonte de aquisição
Fundação Nacional de Arte – FUNARTE
Data de aquisição
21/03/1983
Forma de aquisição
Dimensões das partes
área impressa alt. 28.20 × larg. 39.50 (cm)
Área impressa
alt. 28.20 × larg. 39.50
Largura (cm)
55.70
Altura (cm)
40.40
Descrição formal
Fotografia na horizontal colorida, representando parte de um tronco de árvore cortado na perspectiva de seu interior, miolo. A parte cortada está em foco, de frente para o espectador, com uma rachadura em diagonal e manchas irregulares amarelas. Ao fundo, folhas secas ao chão.
Outras inscrições
– “⅜” – à grafite, cie.
– “Compiègne 10” – à grafite, ebc.
– “10.539” – à grafite, cid.
Transcrição da assinatura
Manfredo de Souza
Assinatura
cid
Subtema
Abstração Informal; Vegetação; Árvore; Tempo
Número da edição
3/8
Data de produção
1980 (circa)
Material/técnica
fotografia a cores
Autor
Nome (catálogo)
SOUZANETTO, Manfredo Alves de
Denominação
Parte única
Coleção
Número de registro
10539 F
Descrição do conteúdo
“Nos últimos anos, desenvolvi um trabalho de interação entre pintura e fotografia. É o mesmo trabalho que tende a deslocar o espaço pictórico para o espaço natural. Entendo por isso reencontrar as percepções originais que condicionaram meu relacionamento com a natureza e com a pintura. Trata-se, para mim, de agir gestual e pictoricamente (…) em um determinado momento, e de proceder a registros fotográficos ulteriores. Volto, então, aos locais de minhas intervenções, para constatar a ação temporal e meteorológica sobre o trabalho. (…) deixo a natureza retomar seus direitos, e registro, por intermédio da fotografia, a aquisição progressiva desse retorno. Reaparição de manchas naturais e usuras que destroem os vestígios da ação pictural. O resultado é uma narração objetiva da evolução de um espaço pictórico tornado natural. (…) Não se trata, de modo algum, de um apelo nostálgico da modificação do meio-ambiente com fins romântico-ecológicos, mas sim de um trabalho essencialmente pictórico que se confunde com uma temporalidade transhistórica. Importa somente suscitar um novo processo de percepção pelo gesto e pelo exame crítico do mesmo, a fim de despertar a atenção do espectador-leitor para a interação entre pintura e natureza em seu desenvolvimento espaciotemporal.”
Ref.: DE SOUZANETTO, Manfredo.Revista Art Press. Paris, 1979. Disponível em: <.” target=”_blank”>https://5fd3b7b1-2c75-4d04-925b-6d6586952b9d.filesusr.com/ugd/adc619_699a154edf3cddcb93efc99831355b56.pdf>.
Título
“Compiègne 10”