Documento
Metadados
ID no DONATO
11958
Observações
– Outro número: GB 1
– Título, embaixo, no centro
– Número de edição no canto inferior esquerdo
Notas sobre a bibliografia
p. 5 — 3º Salão Nacional de Artes Plásticas | Disponível em: https://5fd3b7b1-2c75-4d04-925b-6d6586952b9d.filesusr.com/ugd/adc619_699a154edf3cddcb93efc99831355b56.pdf —
Referências bibliográficas
Referência
3º Salão Nacional de Artes Plásticas
Referência
Referência 11978
Prêmios
Prêmio Gustavo Capanema — 3º Salão Nacional de Artes Plásticas
Histórico de exposições
Título
3º Salão Nacional de Artes Plásticas
Data da última avaliação
1994-09-15
Estado de Conservação
Trainel/gaveta
2-3
Localização
Destaque do acervo
Status no DONATO
P
Situação no DONATO
Disponível
Situação
Ex-proprietários
– Instituto Nacional de Artes Plásticas/FUNARTE, Rio de Janeiro, RJ, 1980-1983, doação ao Museu Nacional de Belas Artes
– Manfredo Alves de Souza Neto, Rio de Janeiro, RJ, ? – 1980, incorporado ao acervo do Instituto Nacional de Artes Plásticas/FUNARTE através do prêmio Gustavo Capanema
Fonte de aquisição
Fundação Nacional de Arte – FUNARTE
Data de aquisição
21/03/1983
Forma de aquisição
Dimensões das partes
área impressa alt. 28.20 × larg. 39.60 (cm)
Área impressa
alt. 28.20 × larg. 39.60
Largura (cm)
54.30
Altura (cm)
44.40
Descrição formal
Fotografia na horizontal, em tom sépia, representando, ao centro da obra, parte de um tronco de árvore cortado na perspectiva do seu interior, miolo. A parte cortada está em foco, de frente para o espectador, com uma rachadura em diagonal. Ao fundo, folhas secas ao chão.
Outras inscrições
– “⅜” – à grafite, cie.
– “Compiègne 10” – à grafite, ebc.
– “10.539 A / FB/1” – à grafite, cie.
Transcrição da assinatura
Manfredo de Souza
Assinatura
cid
Subtema
Abstração informal; Vegetação; Árvore; Tempo
Número da edição
3/8
Data de produção
1980 (circa)
Material/técnica
fotografia a cores
Autor
Nome (catálogo)
SOUZANETTO, Manfredo Alves de
Denominação
Parte única
Coleção
Número de registro
10539 A
Descrição do conteúdo
“Nos últimos anos, desenvolvi um trabalho de interação entre pintura e fotografia. É o mesmo trabalho que tende a deslocar o espaço pictórico para o espaço natural. Entendo por isso reencontrar as percepções originais que condicionaram meu relacionamento com a natureza e com a pintura. Trata-se, para mim, de agir gestual e pictoricamente (…) em um determinado momento, e de proceder a registros fotográficos ulteriores. Volto, então, aos locais de minhas intervenções, para constatar a ação temporal e meteorológica sobre o trabalho. (…) deixo a natureza retomar seus direitos, e registro, por intermédio da fotografia, a aquisição progressiva desse retorno. Reaparição de manchas naturais e usuras que destroem os vestígios da ação pictural. O resultado é uma narração objetiva da evolução de um espaço pictórico tornado natural. (…) Não se trata, de modo algum, de um apelo nostálgico da modificação do meio-ambiente com fins romântico-ecológicos, mas sim de um trabalho essencialmente pictórico que se confunde com uma temporalidade transhistórica. Importa somente suscitar um novo processo de percepção pelo gesto e pelo exame crítico do mesmo, a fim de despertar a atenção do espectador-leitor para a interação entre pintura e natureza em seu desenvolvimento espaciotemporal.”
Ref.: DE SOUZANETTO, Manfredo.Revista Art Press. Paris, 1979. Disponível em: <.” target=”_blank”>https://5fd3b7b1-2c75-4d04-925b-6d6586952b9d.filesusr.com/ugd/adc619_699a154edf3cddcb93efc99831355b56.pdf>.
Título
“Compiègne 10”