Documento
Metadados
ID no DONATO
2005
Observações
– Esta obra participou da Vª Exposição Geral de Belas Artes, em 1844. A obra estava em exibição no Gabinete do Professor de Arquitetura, Sala 8. Cf. LEVY, Carlos Roberto Maciel. Exposições Gerais da Academia Imperial e da Escola Nacional de Belas Artes. Rio de Janeiro: Edições Pinakotheke, 1990. pp. 54.
Notas sobre a bibliografia
p. 80, reprod — Uma cidade em questão I: Grandjean de Montigny e o Rio de Janeiro | p. 50./.. — A Morada carioca: Grandjean de Montigny e o Solar da Gávea
Referências bibliográficas
Referência
Uma cidade em questão I: Grandjean de Montigny e o Rio de Janeiro
Referência
A Morada carioca: Grandjean de Montigny e o Solar da Gávea
Histórico de exposições
Título
Uma cidade em questão I: Grandjean de Montigny e o Rio de Janeiro
Título
A morada carioca. Grandjean de Montigny e o Solar da Gávea
Histórico de restauros
Restauro 638 (sequência 1); interno; tipo 1; entrada 1992-01-28 00:00:00; início 1992-01-28 00:00:00; saída 1992-03-18 00:00:00; técnico Nancy de Castro Nunes
Restaurado?
Trainel/gaveta
16-2-1
Localização
Destaque do acervo
Status no DONATO
P
Situação no DONATO
Disponível
Situação
Ex-proprietários
– Escola Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro, RJ, 1890-1937, transferida para o Museu Nacional de Belas Artes
– Academia Imperial de Belas Artes, Rio de Janeiro, RJ, 12/03/1866-1890, transferida para a Escola Nacional de Belas Artes
– Luisa Panasco, Rio de Janeiro, RJ, 1850-12/03/1866, integrou um conjunto de obras do artista, vendido à Academia Imperial de Belas Artes, pela sua viúva, no valor total de 10.000$000
Fonte de aquisição
Escola Nacional de Belas Artes
Data de aquisição
1937
Forma de aquisição
Largura (cm)
23.30
Altura (cm)
35.20
Subtema
ARQUITETURA; CHAFARIZ, CORTE
Tema
Local de produção
Rio de Janeiro, RJ, Brasil
Data de produção
1844
Material/técnica
bico de pena e aquarela sobre papel
Autor
Nome (catálogo)
GRANDJEAN DE MONTIGNY, Auguste Henri Victor
Denominação
Parte única
Coleção
Número de inventário
6418
Número de registro
8744
Descrição do conteúdo
– Esta obra é o corte do chafariz cujo desenho completo faz parte da coleção da Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro.
– No catálogo da exposição, de 1979, ‘Uma cidade em questão I: Grandjean de Montigny e o Rio de Janeiro”, p. 227 (vide referências bibliográficas), existe a seguinte descrição: “Em 14 de fevereiro de 1844, a Câmara Municipal encarregou a Academia do projeto de um ‘Monumento’para comemorar o desembarque no Rio de Janeiro da Imperatriz Tereza Cristina, a ser erigido na Praça Municipal. Como no lugar já existiam os alicerces de um chafariz em construção, a Congregação dos Professores sugeriu reunir os dois elementos, erigindo um ‘monumento chafariz’ (doc. nº XI) encimado por uma estátua da Beneficiência, a ser ‘posta a concurso entre os escultores da Corte’. O risco, de autoria de Grandjean de Montigny, acompanhado da descrição completa do documento, incluindo simbologia e inscrições (doc. nº XII), foi entregue em 13 de maio de 1844, e aprovado, em 19 de junho do mesmo ano, pelo Imperador.
Os trabalhos para a realização da iniciativa -que se foi ampliando até prever a ‘retificação e decoração da Praça Municipal, a fim de dar-lhe aspecto correspondente à grandeza do objeto que o chafariz é destinado a recordar’ são documentados no arquivo da Academia até o fim de 1844: jazidas de mármore em Campos, que deviam fornecer o material para a estátua da Beneficiência, são exploradas entre junho e setembro , até resolver-se, por dificuldades técnicas, ‘encomendar na Itália um pedaço sólido de mármore estatuário com 12 palmos de alto e cinco e meio nas outras dimensões'(12/9/1844). Em janeiro de 1845, modelos para o Monumento da Praça Municipal, cujo juízo é ainda pendente, são exibidos na Exposição Geral da Academia de Belas Artes (doc. nº 11.1.1845). O fim da história pode ser deduzido com base apenas em uma fotografia publicada por Morales de los Rios (op.cit., p. 160): foi erigido um monumento diferente do projetado por Grandjean, sem estátua, mas houve regularização da praça, cujo lado em vista é limitado por uma longa fachada de tipo neoclássico. Todo o conjunto foi destruído por volta dos anos quarenta.”
Título
Chafariz comemorativo à chegada da Imperatriz Teresa Cristina ao Rio de Janeiro, RJ: esquema hidráulico