Documento
Metadados
ID no DONATO
19253
Observações
– comprada de Funai Loja Artíndia M.I., Rio de Janeiro, por R$ 20,00, aos 23/05/2001, através de Francisco de Assis Chaves Bastos.
– Ficha revisada por Aline Rochedo Pachamama (Churiah Puri), colaboradores da pesquisa: Salomão Inácio Clemente, nome Ticuna: Dauraūcü rü Nu’cüracü (clã: Mutum) Curador do Museu Magüta, doutorando em Antropologia Social no programa de pós graduação em Antropologia Social PPGAS UFAM Manaus; João Paulo Yupuri Tucano, professor da Universidade Federal do Amazonas e pesquisador da Serapilheira e Silvio Bará, cientista indígena e pesquisador da Serapilheira.
Referências bibliográficas
Referência
Aparai
Referência
Livro da Arte Gráfica Wayana e Aparai: Waiana anon imelikut pampila – Aparai zonony imenuru papeh
Trainel/gaveta
2-2-1
Localização
Destaque do acervo
Status no DONATO
P
Situação no DONATO
Disponível
Situação
Fonte de aquisição
Associação dos Amigos do Museu Nacional de Belas Artes
Data de aquisição
26/06/2001
Forma de aquisição
Diâmetro (cm)
17.00
Altura (cm)
24.00
Descrição formal
Cesto formado por fibras naturais trançadas, algumas delas na cor preta, formando desenhos geométricos padronizados ao redor da peça.
Subtema
Cesto; Cestaria; Utensílio; Povos originários; Indígena; Ticuna; Aparai; Apalay; Apalai
Tema
Local de produção
, PA, Brasil
Data de produção
2001 (circa)
Material/técnica
fibra de arumã e pigmento natural
Autor
Nome (catálogo)
GRUPO CULTURAL APALAY
Denominação
cesto
Objeto
cesto
Coleção
Número de registro
15896
Descrição do conteúdo
As cestas Ticuna são confeccionadas pelas mulheres artesãs. Feitas à margem dos rios Negro e Solimões e Maués, Amazonas. São feitas de fibra de arumã, fios de tucum e de cipó, contém pintura com pigmentos naturais.
Ref.: Baseado em texto da consultora Aline Rochedo Pachamama (Churiah Puri) para a Coleção de Arte Indígena do Museu Nacional de Belas Artes, Consultoria de 2025 In.: Documento “Informações e Legenda Povo TICUNA”.
“A cestaria é a categoria que possui o maior numero de grafismos porque os tecidos de arumã (wama – aruma ) representam a própria pele pintada da lagarta sobrenatural. (…) Cada grafismo possui um nome próprio e a sua forma é diferenciada, podendo representar um animal por inteiro, como “quatipuru” (meli – meri ); “tracajá” (pulúpulú – puhpu), “larva de borboleta” (matawat – atanta). (…) Podemos concluir que os grafismos produzidos pelos Wayana e os Aparai são, portanto, muito mais do que uma simples decoração, uma forma de embelezar um objeto. Ao ser aplicado a um cesto faz com que ele se torne único e diferenciado dos demais. A arte gráfica permite também que muitos elementos importantes do universo indígena – animais, vegetais, seres sobrenaturais – possam ser vistos, observados, compreendidos e identificados. Um desenho, ao ser elaborado, realiza uma espécie de “captura” de animais da floresta ou então de criaturas dos tempos antigos que são trazidas ao tempo presente através da reprodução de seu aspecto, de suas características, de suas pinturas corporais, cuja explicação é complementada pelas narrativas míticas.”
Ref.: VELTHEM, Lucia Hussak van e LINKE, Iori Leonel van Velthem (org.). Livro da Arte Gráfica Wayana e Aparai: Waiana anon imelikut pampila – Aparai zonony imenuru papeh. Rio de Janeiro : Museu do Índio – FUNAI / IEPÉ, 2010. Disponível em: <.” target=”_blank”>https://institutoiepe.org.br/wp-content/uploads/2020/07/Livro-Wayana-e-Aparai.pdf>.
Título
Cesto