Documento
Metadados
ID no DONATO
18692
Observações
– outros nºs: AP 279.71.
Referências bibliográficas
Referência
Cavalo-Marinho: As Representações do Povo Através do Folguedo Pernambucano
Referência
O Artista do Agreste no Cenário Nacional: A Trajetória de Mestre Vitalino na (Con)Formação da Identidade Nordestina
Histórico de exposições
Título
Módulo popular
Título
Mestre Vitalino
Título
Pretagonismos no Acervo do Museu Nacional de Belas Artes
Histórico de movimentações
Movimentação 1039 (tipo EE); saída 2024-08-15; retorno 2025-02-21; retorno previsto 2025-02-28
Trainel/gaveta
4-2-5
Localização
Destaque do acervo
Status no DONATO
P
Situação no DONATO
Disponível
Situação
Fonte de aquisição
Eneida de Morais
Data de aquisição
1963
Forma de aquisição
Área impressa
formato I
Profundidade (cm)
13.70
Largura (cm)
9.00
Altura (cm)
14.50
Descrição formal
Escultura de barro cozido representando figura masculina vestida de adereço folclórico, em forma de cavalo, característico do folguedo de bumba-meu-boi. O homem está de pé, usa uma coroa com ornamentos circulares, veste casaco com ombreiras e segura as rédeas do “animal”. O cavalo tem o corpo circular, com adornos de tiras. Na lateral direita e esquerda, estão duas pernas que compõem a fantasia representando par de pernas humanas, simulando o homem montado sobre o animal.
Outras inscrições
– “AP / 5574” – etiqueta, no interior.
– “9003” – à tinta, no interior.
Transcrição da assinatura
VITALINO (carimbo seco, no interior)
Assinatura
Sim
Subtema
Figura masculina; Homem; Folclore; Cavalo-marinho; Bumba-meu-boi; Pernambuco; Nordeste Brasileiro; Região Nordeste
Local de produção
Caruaru, PE, Brasil
Data de produção
1963 (circa)
Material/técnica
barro modelado, cozido e pintado parcialmente
Autor
Nome (catálogo)
MESTRE VITALINO, Vitalino Pereira dos Santos, dito
Denominação
escultura
Objeto
escultura
Coleção
Número de registro
9003
Descrição do conteúdo
“Segundo Roberto Benjamim (1999), esta manifestação se configura como um teatro. Este autor nos revela que Cavalo Marinho é uma brincadeira de ciclo natalino e constitui um agregado de folguedos como o bumba-meu-boi, reisado, agaloados, guerreiros, maracatu rural, entre outras manifestações culturais da Zona da Mata Norte pernambucana, o qual se inclui música, dança e poesia, representado por personagens do imaginário popular, sua comunicação é direta, sem a utilização dos mecanismos convencionais da gramática. A utilização de máscaras, de vestimentas coloridas, somados a gestos, atitudes e cacoetes, emite mensagens que possibilitam interpretações diversas das representações do cotidiano dos integrantes do folguedo. É um folguedo popular que se manifesta através da música e principalmente da dança para a valorização e preservação de expressões da cultura popular em sua comunidade. Inspirada pelas festas de reis, a apresentação é regada de significados e tem como enredo lendas, romances, narrativas heróicas de figuras fantásticas e animais glorificados.”
Ref.: GRILLO, Maria Ângela de Faria. Cavalo-Marinho: As Representações do Povo Através do Folguedo Pernambucano. Anais do XXVI Simpósio Nacional de História. Associação Nacional de História– ANPUH. São Paulo, 2011. Disponível em: <.” target=”_blank”>https://anpuh.org.br/uploads/anais-simposios/pdf/2019-01/1548856712_96309d84b3459dad1221d93e5e5b5ed5.pdf>.
“(…) podemos observar como a experiência de Mestre Vitalino e sua incorporação no campo artístico, nos serve para a compreensão de um processo que ocorria de forma paralela, e de maneira mais ampla, de um lado, a formação do campo cultural brasileiro a partir do esforço de intelectuais e do próprio Estado, e do outro, a constituição de um espaço regional dotado de símbolos e valores. (…) as obras criadas por Vitalino, todas elas expressando distintos momentos do cotidiano sertanejo, reproduzidas à medida em que a demanda lhe exigia. Os bonecos descreviam cenas da vida social que lhe cercava e da qual propunha a tradução no barro. As características marcantes atreladas normalmente às obras de Vitalino como um todo são os seguintes elementos: da ordem; e da subjetividade das relações”
Ref.: DE LIMA, Mateus Mota. O Artista do Agreste no Cenário Nacional: A Trajetória de Mestre Vitalino na (Con)Formação da Identidade Nordestina. Universidade Federal da Paraíba. Centro de Ciências Humanas Letras e Artes. Departamento de Ciências Sociais. João Pessoa, 2018. Disponível em: <.” target=”_blank”>https://repositorio.ufpb.br/jspui/bitstream/123456789/16449/1/MML12112018.pdf>.
Título
Cavalo-marinho do Bumba-meu-boi