Documento
Metadados
ID no DONATO
3498
Observações
– outros nºs: 637 B (?)
Notas sobre a bibliografia
p. 68, cat. nº 764 — Catálogo geral da pintura brasileira
Referências bibliográficas
Referência
Catálogo geral da pintura brasileira
Referência
III Salão Nacional de Arte Moderna
Referência
Salão Preto e Branco/III Salão Nacional de Arte Moderna – 1954: a arte e seus materiais
Histórico de exposições
Título
3º Salão Nacional de Arte Moderna (Salão Preto e Branco)
Trainel/gaveta
Nicho 9 – empilhado
Localização
Destaque do acervo
Status no DONATO
P
Situação no DONATO
Disponível
Situação
Ex-proprietários
– Eduardo Alvim Correia, Rio de Janeiro, RJ, 1954, vendida ao Museu Nacional de Belas Artes através do 3º Salão Nacional de Arte Moderna, 1954.
Fonte de aquisição
Eduardo Alvim Correia
Data de aquisição
1954
Forma de aquisição
Profundidade (cm)
4.50
Largura (cm)
168.20
Altura (cm)
143.30
Descrição formal
Pintura na horizontal, em preto e branco, sobre ripas de madeira, representando cavalo de cor clara com crina e rabos de cor escura. Animal está com o corpo voltado para esquerda da pintura com a pata dianteira direita em galope. Apresenta a crina esvoaçante em direção à direita.
Outras inscrições
– “EDUAR O / ALV M-CORREA / 293R MONTE ALEGRE / RIO / CAVALO” – à tinta, vcse.
– “TOMBO-50”- à tinta, vece.
– “4479”- a giz, vece.
– “Correa, Eduardo Alvin / “Cavalo”” – a giz, vecc.
– “Inscrição: 199(a)” – etiqueta, vcse.
Indicação de local na obra
csd
Datação na obra
csd
Transcrição da assinatura
Eduardo Rio 1954
Assinatura
csd
Subtema
Animais; Cavalo
Tema
Local de produção
Rio de Janeiro, RJ, Brasil
Data de produção
1954
Material/técnica
têmpera sobre madeira
Autor
Nome (catálogo)
ALVIM CORRÊA, Eduardo
Denominação
Parte única
Coleção
Número de inventário
4479
Número de registro
50
Descrição do conteúdo
A obra em preto e branco representando um cavalo participou do 3º Salão de Arte Moderna.
“O 3º Salão de Arte Moderna, de 15 de maio de 1954, representa um ponto de inflexão na história do Salão. Conhecido como o Salão Preto e Branco, inaugurado no Palácio da Cultura, a mostra leva esse nome por apresentar exclusivamente obras em preto-e-branco, de artistas das mais diversas procedências. Trata-se de um protesto contra a má qualidade das tintas nacionais, comprovada, por meio de testes, pela Comissão Nacional de Belas-Artes, criada em 1951 e presidida por Rodrigo Melo Franco de Andrade (1898-1969), e que tem como integrantes Iberê Camargo (1914-1994), Santa Rosa e Oswaldo Goeldi (1895-1961). Os artistas, sob a liderança de Iberê, Djanira (1914-1979) e Milton Dacosta (1915-1988), encaminham ao ministro da Educação um manifesto com 600 assinaturas de artistas de todo o país, datado de abril de 1954. Diz o texto: “Nós, artistas plásticos abaixo-assinados, apresentaremos no próximo Salão Nacional de Arte Moderna, a se realizar de 15 de maio a 30 de junho desse ano, os nossos trabalhos executados exclusivamente em preto e branco. Essa atitude será um veemente protesto contra a determinação do governo de manter proibitiva a importação de tintas estrangeiras, materiais de gravura e de escultura, papéis e demais acessórios essenciais ao trabalho artístico; proibição esta que consideramos um grave atentado contra a vida profissional do artista e contra os altos interesses do patrimônio artístico nacional”. O sucesso do salão pode ser atestado pela expressiva quantidade de obras apresentada (323 contra 203 do ano anterior) e pela vitória parcial dos artistas diante da decisão do governo de considerar a “importação dos materiais de arte como necessária, mas não prioritária”.
Ref.: – SALÃO Nacional de Arte Moderna (SNAM). In: ENCICLOPÉDIA Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileira. São Paulo: Itaú Cultural, 2025. Disponível em: <” target=”_blank”>https://enciclopedia.itaucultural.org.br/termos/80036-salao-nacional-de-arte-moderna-snam>
Título
Cavalo