Documento
Metadados
ID no DONATO
18223
Observações
– encontrou-se em “Arte Popular – Relação das peças adquiridas em 1973 e 1974” a referência a esta peça, com o nº 442, como adquirida em 1974, talvez doada pela Sociedade dos Amigos do Museu Nacional de Belas Artes – AMBAR.
– restaurada em novembro de 2002.
Referências bibliográficas
Referência
O Artista do Agreste no Cenário Nacional: A Trajetória de Mestre Vitalino na (Con)Formação da Identidade Nordestina
Histórico de exposições
Título
Módulo popular
Título
Pretagonismos no Acervo do Museu Nacional de Belas Artes
Histórico de movimentações
Movimentação 1039 (tipo EE); saída 2024-08-15; retorno 2025-02-21; retorno previsto 2025-02-28
Restaurado?
Data da última avaliação
2003-11-21
Estado de Conservação
Trainel/gaveta
3-4-5
Localização
Destaque do acervo
Status no DONATO
P
Situação no DONATO
Disponível
Situação
Forma de aquisição
Formato
I
Profundidade (cm)
8.00
Largura (cm)
15.00
Altura (cm)
34.80
Descrição formal
Escultura de barro cozido representando cena de caça. No topo de uma estaca cilíndrica, vertical, na cor vermelha, está uma figura masculina. Ele veste roupas de cor ocre e chapéu de cor preta. Ele aponta uma arma de fogo, uma espingarda, em direção a duas onças que estão subindo a estaca, próximas aos seus pés. Na base da estaca, está uma terceira onça, de maior porte, ela tem as patas dianteiras sobre a estaca. Base irregular de cor vermelha.
Outras inscrições
– “9128” – à tinta, base parte inferior.
Transcrição da assinatura
VITALINO (carimbo seco) base parte inferior.
Assinatura
Sim
Subtema
Figura masculina; Homem; Caça; Caçador; Arma de fogo; Espingarda; Animal; Onça
Tema
Material/técnica
Barro cozido, modelado a mão e pintado
Autor
Nome (catálogo)
MESTRE VITALINO, Vitalino Pereira dos Santos, dito
Denominação
Estatueta
Objeto
Estatueta
Coleção
Número de registro
9128
Descrição do conteúdo
“(…) podemos observar como a experiência de Mestre Vitalino e sua incorporação no campo artístico, nos serve para a compreensão de um processo que ocorria de forma paralela, e de maneira mais ampla, de um lado, a formação do campo cultural brasileiro a partir do esforço de intelectuais e do próprio Estado, e do outro, a constituição de um espaço regional dotado de símbolos e valores. (…) as obras criadas por Vitalino, todas elas expressando distintos momentos do cotidiano sertanejo, reproduzidas à medida em que a demanda lhe exigia. Os bonecos descreviam cenas da vida social que lhe cercava e da qual propunha a tradução no barro. As características marcantes atreladas normalmente às obras de Vitalino como um todo são os seguintes elementos: da ordem; e da subjetividade das relações”
Ref.: DE LIMA, Mateus Mota. O Artista do Agreste no Cenário Nacional: A Trajetória de Mestre Vitalino na (Con)Formação da Identidade Nordestina. Universidade Federal da Paraíba. Centro de Ciências Humanas Letras e Artes. Departamento de Ciências Sociais. João Pessoa, 2018. Disponível em: <.” target=”_blank”>https://repositorio.ufpb.br/jspui/bitstream/123456789/16449/1/MML12112018.pdf>.
Título
Caçador de Onça