Documento
Metadados
ID no DONATO
96
Observações
– foto: Raul Lima.
– Trata-se da estatueta que serviu de estudo para o monumento ao Barão de Maua, que se encontra na Praça Maua, Rio de Janeiro.
Texto da etiqueta
Trata-se da estatueta que serviu de estudo para o monumento ao Barão de Maua, que se encontra na Praça Maua, Rio de Janeiro.
Histórico de exposições
Título
Escultura brasileira, do bronze a dimenção planar
Título
Coleção de Escultura do MNBA: da República Brasileira à Contemporaneidade
Título
Coleção de Escultura do MNBA: da República Brasileira à Contemporaneidade
Título
Galeria de Arte Brasileira do Século XIX (circuito de longa duração)
Histórico de movimentações
Movimentação 659 (tipo LE); saída 2005-11-29; retorno 2006-03-19; retorno previsto 2006-03-10; destino Museu de Arte Dionísio Del Santos, Vitória, Espírito Santo; finalidade: Exposição Escultura brasileira, do bronze a dimensão planar
|Movimentação 828 (tipo EE); saída 2010-07-12; retorno 2010-08-31; retorno previsto 2010-08-31
|Movimentação 1002 (tipo EI); saída 1991-11-15; retorno previsto 2020-12-28; origem Galeria de Arte Brasileira do Século XIX; destino Galeria de Arte Brasileira do Século XIX
Data da última avaliação
2014-12-02
Estado de Conservação
Localização
Destaque do acervo
Status no DONATO
P
Situação no DONATO
Disponível
Situação
Ex-proprietários
– Escola Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro, RJ, transferência ao Museu Nacional de Belas Artes.
– Henrique Bernardelli, Rio de Janeiro, RJ, doação à Escola Nacional de Belas Artes.
– Rodolfo Bernardelli, Rio de Janeiro, RJ, espolio à Henrique Bernardelli.
Fonte de aquisição
Henrique Bernardelli
Data de aquisição
1937
Forma de aquisição
Dimensões das partes
base alt. 49.00 × larg. 27.50 × prof. 30.00 (cm)
Formato
I
Profundidade (cm)
16.00
Largura (cm)
20.00
Altura (cm)
48.00
Descrição formal
Estatueta de homem de pé, trajando casaca e camisa com o colarinho alto. Está sobre base redonda e segura com a mão esquerda uma cartola, tendo a mão direita apoiada à cintura.
Transcrição da assinatura
R. Bernardelli
Assinatura
Sim
Subtema
– HOMEM; Barão de Mauá – BRASIL- IMPÉRIO; Barão de Mauá – CIVIL; casaca
Tema
Material/técnica
bronze fundido
Autor
Nome (catálogo)
BERNARDELLI i Thierry, José Maria Rodolfo Oscar
Título em inglês
Baron of Mauá
Denominação
estatueta
Objeto
estatueta
Coleção
Número de registro
10502
Descrição do conteúdo
Irineu Evangelista de Sousa, Barão e Visconde de Mauá. Nasceu eu Arroio Grande, Jaguarão, Rio Grande do Sul, em 28 de dezembro de 1813. Filho de João Evangelista de Ávila e Sousa e de Mariana de Jesus Batista de Carvalho, vinha de uma família de pequenos proprietários de terras voltados à criação de gado e à produção de charque. Órfão de pai aos 6 anos, sua guarda foi entregue ao tio materno José Baptista de Carvalho. Foi para o Rio de Janeiro, onde desde cedo empregou-se no comércio e trabalhou como caixeiro para o comerciante João Rodrigues Pereira de Almeida, futuro Barão de Ubá, até sua falência (1824-1829). Foi admitido, em 1830, na empresa de importação do escocês Richard Carruthers, com quem aprendeu inglês e contabilidade. Tornou-se diretor e sócio da empresa Carruthers & Company (1836), assumindo integralmente os negócios com o retorno de Carruthers para a Inglaterra (1837). Em 1839, trouxe a mãe e a irmã para morarem no Rio de Janeiro, além de Maria Joaquina de Souza Machado, sua sobrinha, com quem se casaria em 1841, Viajou para Manchester, Inglaterra, em 1840, onde fundou um de seus primeiros empreendimentos, a firma Carruthers de Castro & Cia., em sociedade com Carruthers e José Henrique Reynall de Castro. Seu empreendedorismo se valeu do processo de modernização e diversificação da economia, ocorrido na segunda metade do século XIX. Atuou em diferentes ramos como o tráfico negreiro, a construção de navios, ferrovias e manufaturas, além do sistema financeiro e de crédito. Dentre seus empreendimentos, podemos citar a Fundição e Estaleiro Ponta de Areia, em Niterói (1846); a inauguração da primeira estrada de ferro do Brasil, ligando o porto de Mauá à raiz da serra de Petrópolis (1854); a Companhia de Iluminação a Gás do Rio de Janeiro (1851); a Companhia Fluminense de Transportes (1852) e a Companhia de Navegação a Vapor do Amazonas (1852). Foi autor da instalação a cabo que ligou o Brasil ao resto do mundo pelo telégrafo. Criou o Banco do Brasil em 1851, que, posteriormente, foi incorporado à iniciativa governamental para a instituição de um banco emissor. Foi membro do Partido Liberal e eleito deputado pelo Rio Grande do Sul muitas vezes, entre 1856 e 1873. Desistiu da atuação política em 1873, quando renunciou ao cargo de deputado para dedicar-se integralmente aos negócios. Em 1875, decretou moratória de seu sistema, atingido pela crise bancária. Por três anos, pagou 66% do passivo. Decretada a falência, vendeu todo seu patrimônio de prédios, fazendas, sítios, louças e móveis. Morreu em Petrópolis, no Rio de Janeiro, em 21 de outubro de 1889.
FONTE: mapa.an.gov.br/index.php/publicacoes2/70-biografias/538-irineu-evangelista-de-sousa-barao-e-visconde-de-maua
Título
Barão de Mauá