Documento
Metadados
ID no DONATO
13007
Observações
– Carimbo seco, redondo, do editor, embaixo no centro do passe-partout.
– Carimbo à tinta, redondo, do editor, no canto inferior direito do suporte fora da área impressa.
– Matriz pertencente ao Museu Nacional de Belas Artes sob o número de registro 4269.
– Data da matriz: 1930 (circa).
– Assinatura: canto inferior esquerdo da área impressa.
– N-2 – localização anterior.
-aspas retiradas após pesquisa para catálogo do artista. (21/11/2007)
– Edição póstuma realizada no Museu Nacional de Belas Artes, em 1990.
– Na catalogação de 2025 a obra encontrava-se com passe partout e sem moldura.
Referências bibliográficas
Referência
Goeldi: uma modernidade extraviada
Histórico de exposições
Título
Oswaldo Goeldi – woodblock prints
Título
Circuito SESC/MNBA – Mostra de gravuras
Título
Circuito SESC/MNBA – Mostra de gravuras
Título
Circuito SESC/MNBA – Mostra de gravuras
Título
Circuito SESC/MNBA – Mostra de gravuras
Título
“Há sempre um copo de mar para um homem navegar”
Histórico de movimentações
Movimentação 610 (tipo LE); saída 2004-07-14; retorno 2004-08-20; retorno previsto 2004-08-20; destino Espaço SESC Friburgo; finalidade: Circuito SESC
|Movimentação 830 (tipo EE); saída 2010-08-30; retorno 2010-12-16; retorno previsto 2010-12-17
Data da última avaliação
1997-04-16
Estado de Conservação
Trainel/gaveta
13-4-6
Localização
Destaque do acervo
Status no DONATO
P
Situação no DONATO
Disponível
Situação
Ex-proprietários
– Reimpressão. Matriz pertencente ao MNBA.
Data de aquisição
1990
Forma de aquisição
Moldura
Moldura 613; externa alt. 35.10 × larg. 33.00 cm
Dimensões das partes
área impressa alt. 21.80 × larg. 16.80; passe-partout alt. 35.00 × larg. 32.80 (cm)
Área impressa
alt. 21.80 × larg. 16.80
Largura (cm)
22.30
Altura (cm)
31.00
Descrição formal
Gravura na vertical representando cena urbana. Em primeiro plano, no canto inferior esquerdo, uma figura humana, de costas, caminha apoiando a mão esquerda em uma bengala, ao lado de um muro de tijolos. Nos planos seguintes, e ao fundo, estão distribuídas construções industriais, divididas entre edificações, casarios e chaminés, em alvenaria com tijolos aparentes, despejando fumaças. Impressão em preto.
|material/técnica da parte: xilogravura
Outras inscrições
– “4269” – à caneta esferográfica vermelha, cie.
– “Gabinete de gravura mnba” – carimbo, cid.
– “T. 14810 (gravura)” – passe partout, à grafite, vcie.
– “Tombo: 4269 (matriz)” – passe partout, à grafite, vcie.
Transcrição da assinatura
O.G.
Assinatura
cie
Subtema
Paisagem urbana; Cena urbana; Casario; Fábrica; Indústria; Chaminé
Tema
Editor
Rio de Janeiro, RJ, Museu Nacional de Belas Artes, 1990.
Impressor
Rio de Janeiro, Noemi Ribeiro, 1990 (post-mortem).
Data de produção
1930 (circa)
Material/técnica
xilogravura
Autor
Nome (catálogo)
GOELDI, Oswaldo
Denominação
Parte única
Coleção
Número de registro
14810
Descrição do conteúdo
“É na crise da sociedade de base colonial, patriarcal e autoritária, quando não existe ainda uma nova estabilidade citadina assentada na sociabilidade, ou seja, nas relações entre sujeitos, que se tem o campo de ação da obra de Goeldi, enquanto história no Brasil. O homem dessa nova cidade é aquele dividido entre as regras impostas e assimiladas na autoritária sociedade colonial (regras de obediência) e a necessária nova regra urbana, de participação e convivência, ainda não compreendida. A força da dilaceração do homem é o que aparece na cidade como negação da ordem. É nesse desequilíbrio que Goeldi constrói sua obra. Isso se evidencia tanto em sua opção de se aproximar dos subúrbios, dos portos abandonados, dos deserdados, quanto em negar a produção reconhecida no sistema acadêmico-institucional, trabalhando em seu avesso, ou seja, buscando a imediatidade dos materiais primitivos, escolhendo técnicas pouco sofisticadas, assim como recusando, eticamente, os artifícios de institucionalização aceitos pelo modernismo brasileiro em arte, o que o levou a sobreviver das ilustrações que fazia para jornais, revistas e livros.”
Ref.: GERALDO, Sheila Cabo. Goeldi: uma modernidade extraviada. Ed. Diadorim. Rio de Janeiro, 1995.
Título
Bairro industrial