Documento
Metadados
ID no DONATO
5390
Observações
– outros números: 1010B (?).
– titulada no verso.
Notas sobre a bibliografia
p. 118, cat. nº 1198 — Catálogo geral da pintura brasileira
Referências bibliográficas
Referência
Catálogo geral da pintura brasileira
Histórico de exposições
Título
Auto-retratos
Título
Núcleo Bernardelli: Arte Brasileira nos Anos 30 e 40
Histórico de movimentações
Movimentação 5 (tipo LE); retorno 1982-02-03; destino Museu de Arte Moderna, Rio de Janeiro, RJ; finalidade: Exposição Pintores Fluminenses
Trainel/gaveta
37-B
Localização
Destaque do acervo
Status no DONATO
P
Situação no DONATO
Disponível
Situação
Ex-proprietários
– Eugênio Sigaud, Rio de Janeiro, RJ, 26/3/1937/1938, doada ao Museu Nacional de Belas Artes.
Fonte de aquisição
Eugênio Sigaud
Data de aquisição
1938
Forma de aquisição
Largura (cm)
42.00
Altura (cm)
60.00
Outras inscrições
– “E. P. Sigaud Rio 26-3-37 – no verso
– “ENCÁUSTICA” – no canto superior esquerdo
– “PINTADO À ENCÁUSTICA (PROCESSO GREGO)” – no verso
Indicação de local na obra
cse
Datação na obra
cse
Transcrição da assinatura
E. P. Sigaud Rio 26-3-37 e tb no v.
Assinatura
cse
Subtema
RETRATO; AUTORRETRATO; HOMEM
Tema
Local de produção
Rio de Janeiro, RJ, Brasil
Data de produção
26/03/1937
Material/técnica
encáustica sobre aglomerado
Autor
Nome (catálogo)
SIGAUD, Eugênio de Proença
Denominação
Parte única
Coleção
Número de inventário
2649
Número de registro
804
Descrição do conteúdo
Nascido em Santo Antônio de Carangola, RJ, em 1889 e falecido no Rio de Janeiro, RJ, em 1979. Tendo chegado ao Rio de Janeiro em criança, seguiu mais tarde para Belo Horizonte, de onde só retornaria à capital em 1921, matriculando-se, então, na Escola Nacional de Belas Artes. (…) Na Escola, ao mesmo tempo em que cursava as aulas de Modesto Brocos como aluno livre, frequentava, como aluno regulamentar, o curso de Arquitetura, diplomando-se engenheiro-arquiteto. (…) Em 1923, Sigaud tomou parte pela primeira vez de uma coletiva, expondo no Salão da Primavera, que então se realizou no Rio de Janeiro, e que procurava ser uma tomada de posição contra a arte tradicionalista. (…) Expondo no Salão Nacional de Belas Artes desde 1924, nele conquistou medalha de bronze em 1936 e medalha de prata (já na Divisão Moderna) em 1942. De 1952 em diante expôs no Salão Nacional de Arte Moderna, e em 1951 tomou parte na I Bienal de São Paulo. Foi, ainda, um dos criadores e principais elementos do Núcleo Bernardelli, nascido em 1931 no Rio de Janeiro. Pintor, desenhista, gravador e arquiteto, Sigaud perseguiu inicialmente uma temática reminiscente do Simbolismo e de outras tendências artísticas do Oitocentos.(…) A essa fase inicial seguir-se-ia, até 1935 aproximadamente, segunda fase, de busca de novos materiais e de aprimoramento expressivo. Por volta de 1937, o pintor descobre a temática que iria afinal transformar-se em sua marca registrada: o assunto proletário em geral – operários e construções, carregadores, garis, plantadores, salineiros. Ainda assim, não deixa de, a intervalos, evocar seu antigo mundo de idéias, em telas que se chamam, significativamente, Expulsão do Paraíso, Ícaro, O Caçador de Estrelas, Noel Contemplando as Águas do Dilúvio e Hércules e os Cavalos, numa curiosa retomada da grande pintura histórica ou religiosa. (…) Vale enfim uma derradeira menção às pinturas murais de Sigaud, entre as quais se destaca de modo todo especial a Via Sacra da Catedral de Jacarezinho, no Paraná (1947).
Ref: LEITE, José Roberto Teixeira. Dicionário crítico da pintura no Brasil. Rio de Janeiro, Artlivre, 1988, p. 475-476.
Título
Autorretrato