Documento
Metadados
ID no DONATO
18135
Referências bibliográficas
Referência
Ianelli 100 Anos: O Artista Essencial
Trainel/gaveta
59-A
Localização
Destaque do acervo
Status no DONATO
P
Situação no DONATO
Disponível
Situação
Fonte de aquisição
Arcâgelo Ianelli
Data de aquisição
1984
Forma de aquisição
Moldura
Moldura 1145; externa alt. 103.80 × larg. 82.30 × prof. 3.50 cm
Área impressa
alt. 16.00 × larg. 21.00
Largura (cm)
58.50
Altura (cm)
80.00
Descrição formal
Pintura na vertical representando paisagem natural. Sobre chão de terra, conjunto de troncos de árvores em tons de marrom estão dispostos lado a lado verticalmente e em perspectiva sobre fundo verde claro.
Outras inscrições
– “1959” – a carvão, vecc.
– “MUSEU DE ARTE MODERNA DE SÃO PAULO / Retrospectiva: IANELLI DO FIGURATIVO AO ABSTRATO / Colecionador: / Endereço: / Telefone: / Obra: Arvores. oleo, 60×80, 1959 / 118” – chassi, etiqueta, vcse.
– “TOMBO: 12.259” – chassi (papel pardo colado por todo o verso), à caneta hidrográfica, vcie.
– “TOMBO: 12.259” – moldura (papel pardo colado por todo o verso), à caneta hidrográfica, vcie.
Datação na obra
cie
Transcrição da assinatura
A. Ianelli, 1959
Assinatura
cid
Subtema
Paisagem natural; Árvore; Tronco
Tema
Data de produção
1959
Material/técnica
óleo sobre tela
Autor
Nome (catálogo)
IANELLI, Arcângelo
Denominação
Parte única
Coleção
Número de registro
12259
Descrição do conteúdo
“Esse artista ama a conformidade das coisas naturais, e decerto à ordem criada (ou à desordem “criada”, o que, sob certos sentidos, é a mesma coisa) prefere a ordem natural. Daí essa vocação, essa atração à homogeneidade que parece tão clara na limpidez de sua pintura e que constitui o traço mais nobre dela. (…) Como quase todo artista de seu tempo, veio ele dos planos figurativos tonalizados de quem, partindo da pintura italiana da primeira metade do século, passou pela lição do cubismo para chegar aos planos autonomizados que já não representam parte de conjuntos como portas, janelas, paredes, mas se vão transformando em manchas (no velho sentido) coloridas, e de massas líquidas acabam tomando corpo, como quem ganha peso. E o paradoxo é que não ficam elas sujeitas à necessidade de, com terras e pretos, representar a terra mesmo, rochedos ou pedras etc., mas, ao contrário, ganham abstração. É, então, que o pintor desabrocha e, deixando seu esquema ainda figurativo e mesmo com algo acadêmico, adquire densidade pictórica independente. Sua imaginação não é mais atuada por uma imagem geral quase a priori de uma paisagem já dada, ali fora, à sua disposição, mas pelos pormenores, as pequeninas partículas da matéria em si, em que se concentram, por vezes, em iluminações de um segundo, toda a vida do inanimado, todo o mistério do universo.”
Ref.: PEDROSA, Mario. Ianelli 100 Anos: O Artista Essencial. Catálogo. Ministério da Cultura e Museu de Arte Moderna de São Paulo. São Paulo, 2023. Disponível em: <.” target=”_blank”>https://mam.org.br/wp-content/uploads/2023/05/catalogo-ianelli-digital.pdf>.
Título
“Arvoredo”