Documento
Metadados
ID no DONATO
9288
Observações
– Outro número: GB 2237.
– Número de edição no canto inferior esquerdo.
– Título embaixo no centro.
Referências bibliográficas
Referência
História do Brasil. Antônio Conselheiro, líder religioso
Data da última avaliação
1994-07-01
Estado de Conservação
Trainel/gaveta
20-4-4
Localização
Destaque do acervo
Status no DONATO
P
Situação no DONATO
Disponível
Situação
Ex-proprietários
– Grover Chapman, Rio de Janeiro, RJ, 1978-1985, doação ao Museu Nacional de Belas Artes.
Fonte de aquisição
Grover Chapman
Data de aquisição
31/01/1985
Forma de aquisição
Dimensões das partes
área impressa alt. 27.60 × larg. 37.40 (cm)
Área impressa
alt. 27.60 × larg. 37.40
Largura (cm)
53.50
Altura (cm)
39.60
Descrição formal
Gravura na horizontal representando cena religiosa com figuras humanas. Ao centro, busto de figura masculina, usa barba e cabelos longos, voltado para a esquerda da obra. Ele carrega uma cruz com a mão esquerda e leva debaixo do braço uma bíblia. Com a mão direita ele segura uma trouxa sobre o ombro. Ao fundo, seis figuras humanas, homens, mulheres e crianças. Impressão em tons terrosos.
Outras inscrições
– “P.A.”, à grafite, cie.
– “Antonio Conselheiro e seus Fiéis”, à grafite, ebc.
– “água-tinta”, à grafite, vcid.
– “Tombo: 12.484”, à grafite, vcid.
– “Gb/2237”, à grafite, vcid
Datação na obra
cid
Transcrição da assinatura
Chapman 78
Assinatura
cid
Subtema
HISTÓRIA, BRASIL, PRIMEIRO REINADO, GUERRA DOS CANUDOS, guerra,
Tema
Número da edição
P.A.
Data de produção
1978
Material/técnica
água-forte e água-tinta
Autor
Nome (catálogo)
CHAPMAN, Grover
Denominação
Parte única
Coleção
Número de registro
12484
Descrição do conteúdo
Obra representa a figura de Antônio Conselheiro com seus fiéis.
“A cidade, ao fundo, destruída em chamas. Homens empunhando cruzes, mulheres e crianças em volta do corpo de Antônio Conselheiro, o líder religioso de Canudos. A imagem revela uma cena ao mesmo tempo trágica e singela, que podemos ver no desenho dos rostos quase infantis da gravura de Grover Chapman (1924-2000). A obra faz parte de um conjunto de gravuras feitas para ilustrar o livro “O Episódio de Canudos” com textos de “Os Sertões” de Euclides da Cunha, selecionados por Luiz Viana. (…) Antônio Conselheiro (1830-1897) fundou em 1893 uma comunidade que ele batizou de Belo Monte, no vilarejo de Canudos. A comunidade religiosa do povo pobre do sertão logo começou a incomodar os poderosos da região. Era uma comunidade construída como alternativa aos poderes dos Barões e da Igreja. Não obedeciam às regras da Igreja, tampouco as da República, a pouco instalada no país. Não aceitavam pagar os impostos, não utilizavam a moeda corrente, a produção da comunidade era distribuída entre os habitantes segundo a sua necessidade. Eram contra o regime republicano e chegaram a ser acusados de participarem de uma conspiração para a reinstalação da Monarquia, o que serviu para fortalecer a opinião pública em torno da repressão à comunidade de Canudos. A imagem criada pela imprensa da época sobre Antônio Conselheiro e sua comunidade como o profeta insano e seus jagunços fanáticos legitimaram as ações do Estado contra eles. Anos mais tarde, Euclides da Cunha, em 1902, com a publicação de “Os Sertões” revê este trágico episódio da nossa história e descreve com brilhantismo o massacre da comunidade de Canudos.”
Ref.: História do Brasil. Antônio Conselheiro, líder religioso. Biblioteca Nacional. Disponível em: <.” target=”_blank”>https://bndigital.bn.gov.br/artigos/historia-do-brasil-antonio-conselheiro-lider-religioso/>.
Título
“Antonio Conselheiro e seus fiéis, [da série] Antônio Conselheiro e a Guerra dos Canudos”