Documento
Metadados
ID no DONATO
1478
Observações
– Obra pertencente a Escola portuguesa
Notas sobre a bibliografia
p. ? — O Grupo do Leão e o Naturalismo português
Referências bibliográficas
Referência
O Grupo do Leão e o Naturalismo português
Histórico de exposições
Título
– Carlos Reis, Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro, RJ, maio 1941.
Título
Rafael Bordallo e pintores portugueses do Grupo do Leão
Título
Aspectos da Arte Portuguesa
Histórico de movimentações
Movimentação 201 (tipo LE); saída 1996-06-24; retorno 1996-08-22; retorno previsto 1996-08-22; destino Pinacoteca de São Paulo; finalidade: Exposição Rafael Bordallo
Histórico de restauros
Restauro 3433 (sequência 1); interno; tipo 2; entrada 1979-04-27 00:00:00; início 1979-04-27 00:00:00; saída 1979-04-30 00:00:00; técnico Magaly Cardoso Oberllander
Restaurado?
Trainel/gaveta
31-a
Localização
Destaque do acervo
Status no DONATO
P
Situação no DONATO
Disponível
Situação
Ex-proprietários
– Escola Nacional de Belas Artes. Rio de Janeiro,RJ, 1902-1937, transferência para o Museu Nacional de Belas Artes
– ?, ?, ? – 1902, venda a Escola Nacional de Belas Artes, aquisição feita por intermédio do Dr. Joaquim Murtinho, com verba orçamentária do governo federal
Fonte de aquisição
Escola Nacional de Belas Artes
Data de aquisição
1937
Forma de aquisição
Largura (cm)
70.00
Altura (cm)
48.00
Descrição formal
Cena de interior de um moinho com moça sentada junto de um tacho. Mais adiante um rapaz com um saco de farinha na mão.
Transcrição da assinatura
Carlos Reis
Assinatura
cid
Tema
Movimento
/ naturalista
Estilo
naturalista
Material/técnica
óleo sobre madeira
Autor
Nome (catálogo)
CARLOS REIS, Antônio Rodrigues dos
Denominação
Parte única
Coleção
Número de inventário
2546
Número de registro
2070
Descrição do conteúdo
– Esta pintura, de exuberante narrativa, exemplifica bem a maturidade de Carlos Reis, herdeiro de Malhoa no registro de situações populares casticistas. Mas, ao contrário dele – que envolve a representação em exuberantes e sensuais manchas de cor e privilegia um inacabado expressivo – Reis é mais acadêmico, como que esfriando a intensidade de gestos e atitudes. Pressente-se por isso o final de um sistema pictórico que se aproxima da banalização repetida, embora o público muito o apreciasse e possua hoje interesse como documento etnográfico.
Título
Amores do moleiro