Documento
Metadados
ID no DONATO
339
Observações
– foto: Raul Lima.
Referências bibliográficas
Referência
Catálogo Rodolfo Bernardelli
Histórico de exposições
Título
Rodolfo Bernardelli no acervo do Museu Nacional de Belas Artes
Título
Galeria de Arte Brasileira do Século XIX (circuito de longa duração)
Histórico de movimentações
Movimentação 1002 (tipo EI); saída 1991-11-15; retorno previsto 2020-12-28; origem Galeria de Arte Brasileira do Século XIX; destino Galeria de Arte Brasileira do Século XIX
Data da última avaliação
2014-12-02
Estado de Conservação
Localização
Destaque do acervo
Status no DONATO
P
Situação no DONATO
Disponível
Situação
Ex-proprietários
– Escola Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro, RJ, 1931/35 – 1937, transferência ao Museu Nacional de Belas Artes.
– Henrique Bernardelli, Rio de Janeiro, RJ, ? – 1931/35, doação à Escola Nacional de Belas Artes.
– Rodolfo Bernardelli, Rio de Janeiro, RJ, 1886 – 1931, espólio à Henrique Bernardelli.
Fonte de aquisição
Henrique Bernardelli
Data de aquisição
1937
Forma de aquisição
Formato
I
Profundidade (cm)
16.00
Largura (cm)
23.00
Altura (cm)
30.50
Descrição formal
Busto de homem com cabelos repartidos ao lado e bigodes. Usa paletó e gravata de laço.
Outras inscrições
– A frente, na base: A Zani
Transcrição da assinatura
Rod Bernardelli
Assinatura
vc
Subtema
RETRATO [IDETIFICADO]; Amadeo Zani PLÁSTICAS; ESCULTOR
Tema
Material/técnica
gesso modelado
Autor
Nome (catálogo)
BERNARDELLI i Thierry, José Maria Rodolfo Oscar
Denominação
busto
Objeto
busto
Coleção
Número de registro
2792
Descrição do conteúdo
O retratado é o escultor Amadeu Zani. (Rovigo, 1869 – Niterói, 1944). Foi um escultor e professor ítalo-brasileiro. Iniciou seus estudos de formação artística na Itália. Antes de completar vinte anos de idade, transferiu-se para o Brasil em 1887, fixando-se inicialmente na cidade de São Paulo. Logo transferiu-se para o Rio de Janeiro, onde foi discípulo de Rodolfo Bernardelli. Passado algum tempo, retornou à capital paulista, onde trabalhou no escritório do arquiteto Tommaso Gaudenzio Bezzi, incumbido da construção do edifício que, a partir de 1895, abrigaria o Museu do Ipiranga. Em seguida, parte para a Europa, onde frequenta a Académie Colarossi, em Paris, como alternativa à conservadora École des Beaux-Arts. Frequenta também a Accademia Rafaello Sanzio, em Urbino, Itália. Aos 27 anos, o escultor volta a São Paulo para exercer o magistério no Liceu de Artes e Ofícios, a chamado do engenheiro – arquiteto Ramos de Azevedo, que, desde 1875, dirigia a instituição e ali empreendia uma grande reforma, visando criar as bases da “futura Escola de Belas Artes de São Paulo”. No Liceu, dava-se ênfase ao ensino de desenho, pintura e escultura; organizavam-se exposições e foram instalados ateliês de artistas e uma pinacoteca. Ao lado de Zani, ali lecionavam o arquiteto Domiciano Rossi e os pintores Pedro Alexandrino, Túlio Mugnaini e Oscar Pereira da Silva, entre outros, que construíram o grupo fundador da Academia de Belas-Artes de São Paulo. Em 1934, Amadeu Zani obtém medalha de ouro no I Salão Paulista de Belas-Artes.
FONTE: pt.wikipedia.org/wiki/Amedeo_Zani, que cita: PONTUAL, Roberto. “Dicionário das Artes Plásticasno Brasil.” RJ: Civilização Brasileira, 1969.
Título
Amadeu Zani