Documento
Metadados
ID no DONATO
2755
Observações
– dados sobre a aquisição da obra obtidos no Arquivo Técnico do MNBA, em pesquisa realizada pelos técnicos Mariza Guimarães Dias e Américo Gonçalves Neto.
– a obra segundo o doador foi realizada para porta do sacrário da capela da Benificiência Portuguesa do Rio de Janeiro.
Texto da etiqueta
Cordeiro de Deus ou em latim, Agnus Dei, é uma expressão utilizada pela religião cristã para se referir a Jesus Cristo.
Trainel/gaveta
grade 3B
Destaque do acervo
Status no DONATO
P
Situação no DONATO
Disponível
Situação
Ex-proprietários
– Cypriano Amoroso Costa, Rio de Janeiro, RJ, 1914-1951, doação ao Museu Nacional de Belas Artes.
– rodolfo Bernardelli, Rio de Janeiro, RJ, ?-1914 doação à Cypriano Amoroso Costa.
Fonte de aquisição
Cypriano Amoroso Costa
Data de aquisição
1951
Forma de aquisição
Largura (cm)
47.00
Altura (cm)
50.00
Descrição formal
Placa-relevo apresentando, eme primeiro plano, a figura de um carneiro abraçando com a pata dianteira um mastro encimado por uma pequena bandeira. O animal está assentado sobre um livro. Ao fundo, abrangendo toda a cena, vê-se o sol emitindo seus raios.
Material/técnica
gesso
Autor
Nome (catálogo)
BERNARDELLI i Thierry, José Maria Rodolfo Oscar
Título da etiqueta
Agnus-Dei [porta de um sacrário]
Denominação
relêvo
Objeto
relêvo
Coleção
Número de registro
2952
Descrição do conteúdo
Cordeiro de Deus
Cordeiro de Deus ou em latim, Agnus Dei, é uma expressão utilizada pela religião cristã para se referir a Jesus Cristo, identificado como o salvador da humanidade, ao ter sido sacrificado em resgate pelo pecado original. Na arte e na simbologia icónica cristã, é frequentemente representado por com um cordeiro com uma cruz. A expressão aparece no Novo Testamento, principalmente no Evangelho de João, onde João Baptista diz de Jesus: “Eis o Cordeiro de Deus, Aquele que tira o pecado do mundo” (João, 1:29).
Os hebreus tinham o costume de matar um cordeiro em sacrificio a Deus, para remissão dos pecados. O sacrifício de animais (ou mesmo de pessoas) era frequente entre vários grupos étnicos, em várias partes do mundo. Na Bíblia é referido, por exemplo, o caso de Abraão que, para provar a sua fé em Deus teria de sacrificar o seu único filho, imolando-o e queimando-o numa pira de lenha, como era costume para os sacrifícios de animais – o relato bíblico refere, contudo, que Deus não permitiu tal execução. A morte de Jesus Cristo, considerado pelos cristãos como filho unigénito de Deus, tornaria estes sacrifícios desnecessários, já que sendo considerado perfeito, não tendo pecado e tendo nascido de uma virgem por graça do Espírito Santo, semelhante a Adão antes do pecado original, seria o sacrifício supremo, interpretado como o maior acto de amor de Deus para com a humanidade.
A interpretação desta expressão varia, contudo, consoante as doutrinas.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Cordeiro_de_Deus – Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Sacrário
Também chamado *tabernáculo, é o cofre ou caixa onde se guarda a Sagrada Reserva (Eucaristia). Nos primeiros séculos, esta Reserva era confiada aos fiéis, que a levavam para casa, para eles e os doentes comungarem. Quando, depois da paz de Constantino (séc. IV) se começaram a construir igrejas, passou a guardar-se o SS. Sacramento numa dependência chamada secretarium ou sacrarium, nome este que passou depois (séc. XIV) ao sacrário ou tabernáculo, colocado ora na sacristia ora dentro da igreja, quer incrustado na parede quer sobre um altar. Mais recentemente, preconizou-se a sua colocação com relevo no altar-mor. A reforma litúrgica conciliar aconselha a sua colocação num espaço da igreja que favoreça a oração recolhida dos fiéis diante do SS. Sacramento. O sacrário deve ser fixo e construído de material e forma de qualidade. É sinal da presença nele do SS. Sacramento uma *lâmpada acesa e, porventura, um véu ou outro sinal determinado pela autoridade eclesiástica. (Cf. CDC 938-940; Ritual da Comunhão e Culto Eucarístico fora da Missa, 9-11).
Título
Agnus-Dei