Documento
Metadados
ID no DONATO
6028
Observações
– Outros números: GB 1469.
– Número de edição no canto inferior esquerdo.
– Presença de fungo no suporte.
– Título: “8104”, no canto inferior esquerdo, é considerado pela artista o título, que significa: (81) o ano de 1981 e (04) a quarta gravura daquele ano.
Notas sobre a bibliografia
Disponível em: https://www.faygaostrower.org.br/a-artista/textos-sobre-fayga — Os caminhos de Fayga Ostrower. Catálogo da exposição. Textos sobre Fayga. A artista
Referências bibliográficas
Referência
Os caminhos de Fayga Ostrower. Catálogo da exposição. Textos sobre Fayga. A artista
Data da última avaliação
1994-04-12
Estado de Conservação
Trainel/gaveta
19-2-7
Localização
Destaque do acervo
Status no DONATO
P
Situação no DONATO
Disponível
Situação
Ex-proprietários
– Fayga Ostrower, Rio de Janeiro, RJ, 1981-1983, doação ao Museu Nacional de Belas Artes.
Fonte de aquisição
Fayga Ostrower
Data de aquisição
07/07/1983
Forma de aquisição
Dimensões das partes
área impressa alt. 40.20 × larg. 60.20 (cm)
Área impressa
alt. 40.20 × larg. 60.20
Largura (cm)
77.60
Altura (cm)
61.00
Descrição formal
Gravura na horizontal representando abstração lírica. Em tons de laranja, ocre e marrom que sugerem uma paisagem com montanhas nas laterais, vegetação à esquerda e horizonte ao centro.
Outras inscrições
– “29/100” – à grafite, cie.
– “231 MNBA” – à grafite, vebd.
– “Tombo 10.703 / GB/1469” – à grafite, vcid.
Datação na obra
cid
Transcrição da assinatura
OSTROWeR 1981
Assinatura
cid
Subtema
Abstração lírica; Paisagem natural
Número da edição
29/100
Editor
São Paulo, SP, Elcio Motta, 1981.
Impressor
São Paulo, SP, Ymagos Atelier de Gravuras de Arte Ltda, 1981
Data de produção
1981
Material/técnica
litografia a cores
Autor
Nome (catálogo)
OSTROWER, Fayga
Denominação
Parte única
Coleção
Número de registro
10703
Descrição do conteúdo
“Apesar da ênfase excessiva que a dimensão técnica assumiu na gravura brasileira, ainda assim a obra de Fayga caminhou mais na direção de uma pesquisa, priorizando os conceitos, princípios e repertórios da arte abstrata. (…) Fayga passa a conceber a arte como puramente linguagem e espaço, acrescentando que, ao ter compreendido Cézanne (…) Fayga, como os outros modernos, considerava aquarela e guache – inclusive pelo cromatismo –, como pintura. O fato de também trabalhar com aquarela e guache favoreceria o desenvolvimento de sua investigação sobre a realidade na arte, buscando concretizá-la em soluções plástico-pictóricas. (…) Na obra de Fayga, o que fora superposição de pinceladas bidimensionais e semi geométricas sobre o plano, ela irá transpor para outro paradigma técnico, em que as camadas – agora transformadas em matrizes gravadas –, na sua seqüência, adicionam a cada uma significados que revelam no final suas combinações estruturais, formais e coloristas.”.
Ref.: GEIGER, Anna Bella. Os caminhos de Fayga Ostrower. Catálogo da exposição. Textos sobre Fayga. A artista. Instituto Fayga Ostrower. Disponível em: <.” target=”_blank”>https://www.faygaostrower.org.br/a-artista/textos-sobre-fayga>.
Título
“8104 [Paisagem]”