Documento
Metadados
Título
Camisa
Descrição
Camisa sem mangas, tipo camisola, branca com decote arredondado.
Número de registro
17156
Fonte de aquisição
Situação da imagem
Forma de aquisição
Técnica
Material
Referência de aquisição
Processo 1/1968
Local de produção
Data de produção
19–
Estado de Conservação
Comentários sobre o estado de conservação
Amarelecimento e manchas por todo o tecido. Em set, 2019
Valor atualizado em 21/05/2026.
Termos de indexação
Largura (cm)
49,50
Comprimento (cm)
104,00
Valor
4000
Localização
Situação
Observações
Em fichas presentes no dossiê, vindas do Museu de Indumentária de Sophia Jobim Magno de Carvalho, consta que a peça faria conjunto com mais uma peça formando um traje típico regional finlandês de “Kaukolan Kekomäki”.
Texto presente nas mesmas fichas:
“Situada no noroeste europeu, a Finlândia forma um istmo entre a península Escandinava e o continente (mais precisamente, a União Soviética).
Limites: Noruega ao norte; União Soviética, norte e leste; golfo da Finlândia e mar Báltico, sul e golfo da Bátnia e Suécia, oeste.
Capital: Helsínqui.
Línguas: sueco e finlandês.
Colonizada por populações indo-europeias, que também se fixaram na Hungria e na Estônia, e, em parte, pelos lapões, a Finlândia sempre foi um joguete nas mãos de russos e suecos. Embora inicialmente conquistada por estes últimos e deles recebendo uma influência constante, o país acabou passando para o domínio dos russos. Primeiro, parte de seu terrtório lhes foi cedida pelos suecos; depois, com as conquistas de Alexandre I (1777-1825), a Finlândia ficou inteiramente nas mãos do czar, que teve sua posse sobre a nação reconhecida pela paz de Hemina (1809). Os finlandeses passaram a ocupar uma posição especial no Império Russo, uma espécie de grão-ducado, no qual o grão-duque era o próprio czar.
A quebra da influência sueca permitiu, entretanto, o despertar de uma cultura finlandesa própria e de uma agitação política inusitada. Quando, no final do século XIX, o governo czarista tentou empreender uma política de russificação do país, viu-se obrigado a retroceder, permitindo a constituição de uma câmara, eleita por sufrágio universal. Realizaram-se as eleições de 1906, nas quais, pela primeira vez na história de humanidade, as mulheres participaram como candidatas.
Nesse parlamento, a grande maioria era composta de social-democratas, o que levou a Rússia czarista, às vésperas da Primeira Guerra Mundial, a tentar reinstaurar uma política repressiva. Entretanto, a Finlândia, aproveitando-se das perturbações da Revolução Russa – o movimento bolchevique de 1917 -, proclamou sua independência total e adotou o regime democrata-parlamentar. Os russos reconheceram essa emancipação apenas em 1920, pelo Tratado de Tartu, que cedeu aos finlandeses uma porção do território superior à atual.
Contudo, a intervenção russa não desapareceu e, em 1939, dentro dos combates da Segunda Guerra Mundial, os soviéticos invadiram a Carélia (região de grande importância estratégica, pois controla a entrada do porto de Leningrado). Após o término da Guerra, o Tratado de Paris (1947) confirmou a perda desse território para a Rússia, acrescido de Petsamo e suas minas de níquel (verdadeira fachada para o oceano Glacia Ártico), e de outras regiões – um total de 43.864 quilômetros quadrados.
Enciclopédia Abril – 1971.
Autoria das fotos
Victor Vasconcellos
Anexos
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17156
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17156-2
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17156a
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17156b

