O que a obra mostra, como foi feita e o que está inscrito nela.
Movimentações e restauros registrados no DONATO, observações e anotações.
Observações
- destaque do acervo.
- a peça foi esculpida em um só bloco de mármore de Saravezza, Itália.
- a peça foi transferida da antiga Bliblioteca do Museu Nacional de Belas Artes para o hall do segundo piso em 1971, pela transportadora Fink, gestão do prof. Edson Mota.
- em setembro de 1982 a peça foi recolocada em sua base original, permanecendo no mesmo local, na gestão de Alcídio Mafra de Souza, ato realizado pela firma Porfírio Ltda.
- a peça foi limpa em 1984 e em 1989 pelos técnicos do Museu Nacional de Belas Artes - Mariza Guimarães Dias, Geraldina Rangel e Américo A. Gonçalves Neto.
- a peça foi removida para Biblioteca do Museu Nacional de Belas Artes em 29 de abril de 1991 pela firma Porfírio Ltda, na gestão de Heloísa Aleixo Lustosa.
- a peça teve o dedo polegar da mão direita quebrado em julho 1991 e restaurado pelo técnico/escultor Paulo Formaggini, na gestão de Heloisa Aleixo Lustosa.
- em 5 de agosto de 1995, na gestão da Sra. Heloisa Aleixo Lustosa, a peça foi removida da Biblioteca para a Galeria Arte Brasileira Século XIX. O trabalho foi executado pela firma Porfírio Ltda, com a supervisão dos técnicos: Mariza Guimarães Dias, Américo Gonçalves Neto e Rossano Antenuzzi, e cobrado o valor de R$ 2.900,00. Contamos na ocasião com o parecer técnico do engenheiro Sr. Jorge Campana, lotado na 6ª Regional do IPHAN.
- em março de 1995 a peça foi deslocada, aproximadamente, a uma distância de 3 metros para montagem da exposição Rodin, trabalho realizado pela firma Porfírio Ltda.
- em junho de 1995 a peça voltou ao seu lugar no circuito da Galeria do Século XIX, ato realizado pela firma Porfírio Ltda.
- em 1998, na gestão de Heloísa Aleixo Lustosa, a peça foi deslocada a uma distância de alguns metros para montagem da exposição Monet, ato realizado pela firma Metropolitan.
- em 21 junho 2000, na gestão de Heloísa Aleixo Lustosa, a obra foi danificada, tendo o dedo médio quebrado durante as montagens da exposição Esplendores de Espanha, sendo restaurada pelo escultor/restaurador Paulo Formaggini.
- reprodução de texto de artigo da Revista Ilustrada, 2º ano, nº 41 e 42 de dezembro de 1891, Porto, Portugal: "Apresentamos hoje aos nossos leitores portugueses dois artistas brasileiros que pela primeira vez honram as páginas de nossa revista. O ilustre pintor... O outro artista é Rodolpho Bernardelli, o talentoso escultor, sobejamente conhecido em França e Itália onde completou a sua educação. É também hoje professor da Escola de Belas Artes do Rio de Janeiro, onde algumas das suas belas obras ornamentam e decoram já vários edifícios públicos, verdadeira forma de educar o gosto e sentimentos d´um povo. O magnífico grupo que reproduzimos na página 277 e que figurou numa exposição em Florença, dá-nos, numa linha nobre, a sublime figura do Cristo defendendo a mulher adúltera. Esse trabalho impõe-se com tal eloquência que nos dispensa de qualquerr explicação."
- foto: Fialdinni
- em carta da Companhia de Fiação de Tecido Confiança Industrial, agradecimento da cópia da cabeça do Cristo, enviada pelo autor para a fábrica em 1902. (dados colhidos no arquivo da EBA/Museu D. João VI/UFRJ).
- nos arquivos da Escola de Belas Artes encontram-se dados sobre o transporte da estátua e verbas para o pagamento da obra, em pasta solta na 2ª gaveta do arquivo e datada de 1885. (dados do arquivo da EBA/Museu D. João VI/UFRJ).
- dados sobre o transporte da Itália da obra.(arquivo técnico do MNBA, pasta 4, documentos números: 201,202,203,204)
- o autor recebeu, quando pensionista em Roma, a quantia de dois contos de réis pela maquete da obra. (dados obtidos do arquivo da EBA/UFRJ/Museu D. João VI)